terça-feira, 24 de janeiro de 2012

ESCANDALÔMETRO

24/01/2012
CAIXA JÁ PÔS MAIS DE R$ 1,4 BI NO PANAMERICANO
Leandro Modé, Estadão.com
O investimento da Caixa Econômica Federal no Panamericano já chega a R$ 1,4 bilhão, considerando apenas os valores relativos à participação acionária de 36,56% no banco que pertencia a Silvio Santos. Ou seja, sem levar em conta os recursos para garantir seu funcionamento no dia a dia.
Para entrar no Panamericano, a Caixa pagou R$ 740 milhões. Na semana passada, o banco público colocou mais R$ 658 milhões, em uma operação de aporte de capital feita em conjunto com o outro sócio do Panamericano, o BTG Pactual.
O dinheiro novo servirá, segundo os sócios, para equilibrar de vez as contas do banco após a descoberta - e resolução - das fraudes contábeis de R$ 4,3 bilhões. Além disso, parte do dinheiro será usada para bancar a compra da Brazilian Finance & Real Estate - maior financeira independente de empréstimos imobiliários do País -, anunciada no fim do ano passado.
BZ-Essa é uma das grandes maracutaias do Lula. Em troca do apoio do SBT/Sílvio Santos, Lula ordenou que a Caixa Econômica Federal "salvasse" o banco Panamericano da falência. Acontece que o dinheiro é público, e nunca se deu maiores explicações sobre a enorme soma que foi aportado ao banco falido de Sílvio Santos. E continuam botando mais dinheiro público nesse "imbróglio". 



AÇÃO POPULAR COBRA DO ESPÓLIO DE ACM DEVOLUÇÃO DE DINHEIRO PARA OS COFRES PÚBLICOS
Depois da ex-funcionária do Senado Siméa Maria Antun dizer que foi amante de Luís Eduardo Magalhães e alegar ser dele o filho que teve em 1994, mais um problema relacionado a ela surgiu para a família do ex-senador Antônio Carlos Magalhães. De acordo com a coluna Holofote da revista Veja, uma ação popular movida na Justiça Federal de Sergipe cobra do espólio de ACM a devolução para os cofres públicos de salários pagos a Siméa, entre 2001 e 2008, época em que ela esteve empregada na Casa Legislativa mas não ia trabalhar. Acionada pela Justiça, a Advocacia-Geral da União (AGU), porém, se manifestou favorável aos Magalhães e disse que o pedido de devolução não procede, já que Siméa não era um funcionário-fantasma.

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