26/01/2015
PRIMEIRO JORNALISTA A NOTICIAR MORTE DE PROMOTOR DEIXA ARGENTINA
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O jornalista que divulgou, em primeira mão, a morte do promotor argentino Alberto Nisman deixou o país após sofrer ameaças. Em Israel, ele criticou o que chamou de sistema político corrupto argentino.
O judeu Damián Pachter, do "Buenos Aires Herald", chegou hoje a Tel Aviv e foi recebido por amigos. Em segurança, Patcher disse que ainda não se deu conta de tudo o que aconteceu nas últimas 48 horas e nunca imaginou que teria que fugir como estava fazendo.
Ele não sabe se quer voltar à Argentina. E garantiu que foi perseguido por um agente da inteligência do país e chegou a temer pela vida.
BZ-No primeiro momento, a presidente Cristina Kirchner, defendeu a tese do suicídio, mas vencida pelos fatos, passou a defender que que o promotor foi assassinado pela oposição argentina, para culpar a presidente. Tem muita coisa a ser desvendada.
VITÓRIA DA EXTREMA ESQUERDA AMPLIA INCERTEZA SOBRE FUTURO DA GRÉCIA
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O partido de extrema esquerda Syriza venceu as eleições gregas deste domingo, o que coloca o país em uma possível rota de colisão com outros membros da União Europeia.
Com quase 75% dos votos apurados, o resultado indica que o Syriza conseguiu 36% dos votos, enquanto o Nova Democracia, do atual primeiro-ministro Antonis Samaras, ficou com 28%.
Outros cinco partidos - incluindo o Aurora Dourada, de extrema direita, e o centrista O Rio - também terão representação no parlamento.
Ainda não há certeza, porém, sobre se o Syriza precisará fazer uma coalizão com outros grupos políticos para governar.
MANIFESTAÇÃO NO EGITO DEIXA PELO MENOS 16 MORTOS NESTE DOMINGO
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Pelo menos 16 morreram neste domingo (25) durante uma manifestação no Egito, segundo o diário estatal Al-Ahram. No dia que marca a comemoração do o quarto aniversário do início da Primavera Árabe, partidários do antigo presidente islamita Mohamed Mursi fizeram uma manifestação para protestar contra Abdel Fattah al-Sissi, ex-chefe do Exército e atual chefe de Estado.
Para deter o grupo, policiais lançaram bombas de gás lacrimogêneo e dispararam contra a multidão composta de centenas de pessoas que gritavam slogans hostis contra islamitas e novas autoridades. Eles tentavam chegar à Praça Tahir, epicentro da revolução.
No último sábado (24), uma manifestante egípcia foi morta pela polícia, durante protesto na Praça Tahrir. A revolta de 2011 levou à destituição do presidente Hosni Mubarak.
Al-Sisi foi eleito em maio, com mais de 90% dos votos, depois de ter destituído Morsi, em julho de 2013.
Ele tem apoio de grande parte da opinião pública, cansada de quatro anos de instabilidade política e de crise econômica. No entanto, seus detratores acusam-no de ter instaurado um regime ainda mais autoritário que o de Mubarak, reprimindo a oposição islâmica e laica. Bahia Notícias
BZ-No Egito, desde a queda da monarquia em 1956, quem manda é o exército. Primeiro foi o coronel Nasser, que destronou o corrupto Rei Farouk e assumiu o poder. Morreu de um infarto, e foi substituido pelo general Anwar el-Sadat, assassinado por fedayns fanáticos. Veio então o general Mubarak e agora o general Sisi. O único governo eleito pelo povo, tinha com presidente Mohamed Morsi, que sofreu um golpe de estado, liderado pelo exército.




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