quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

NACIONAIS

15/01/2015
MINISTRA DEFENDE QUE BOLSA FAMÍLIA NÃO DEFINA PRAZO PARA EXCLUIR BENEFICIÁRIOS 


A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, defendeu nesta terça-feira (13), que o Programa Bolsa Família não defina prazo para excluir os beneficiários. Para ela, não é importante o tempo que a família receba o benefício e sim os resultados gerados por ele. 
“O Bolsa Família está interferindo no desenho de manutenção da pobreza a longo prazo. As crianças não terão o mesmo passado dos pais. Estão na escola, comendo na escola. Isso é o resultado que nos interessa. São crianças que não estão na rua”, disse a ministra no programa Espaço Público, da TV Brasil. 
Tereza disse ainda que o governo não trabalha com uma meta, um dia em que o Bolsa Família não seja mais necessário. A ministra, no entanto, diz que em dez anos, o Brasil terá um cenário diferente. “Hoje, nós temos a primeira geração de crianças que viveram sem fome e na escola. E isso transformará o Brasil, daqui a dez anos, em um Brasil que nunca existiu. 
Nós nunca repetiremos a tragédia de uma criança que nunca foi à escola. Nós vamos ter outro padrão de adultos. É isso que estamos construindo”. 
A ministra defendeu os beneficiários do programa e expôs dados sobre a empregabilidade de quem recebe o benefício. “Não é verdade que quem está no Bolsa Família não trabalha. São 75% de adultos trabalhando e as crianças agora estão na escola, não trabalham”. 
Tereza Campello ainda reforçou que o Brasil deve continuar investindo em políticas sociais e acha que o Brasil ainda tem muito a melhorar. 
BZ-O investimento em educação tem que ser observado, para capacitar o usuário do bolsa-família, a produzir mais  melhor, para ganhar mais e ter a dignidade de sustentar sua família com o seu trabalho, seu conhecimento, seu esforço.


EXECUTIVA DO PMDB DECLARA APOIO A CUNHA À PRESIDÊNCIA DA CÂMARA

Preocupados com a investida do Palácio do Planalto, a Executiva Nacional do PMDB decidiu nesta quarta-feira, 14, declarar apoio à candidatura do líder do partido na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), à presidência da Casa. 
A decisão foi formalizada esta manhã em reunião comandada pelo presidente do partido e vice-presidente da República, Michel Temer. Em um documento divulgado ao final do encontro, a direção do partido declarou, por unanimidade, apoio a Cunha e também ao candidato do PMDB a presidência do Senado. 
O atual presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), deve buscar a reeleição, mas resiste de se lançar candidato no momento para não virar “vitrine”. Cunha e Renan não participaram do encontro. Política Livre 
BZ-O senador Renan é candidatíssimo à reeleição no Senado, mas teme estar envolvido (o que é bem provável) nos escândalos do PETROLÃO. 


PALANQUE E REALIDADE 


Dilma Rousseff passou a campanha inteira garantindo que as contas públicas estavam em ordem. Um mês depois de eleita, escolheu (ainda bem) Joaquim Levy, um economista ortodoxo para botar a casa em ordem. 
Geraldo Alckmin passou a campanha inteira negando o racionamento de água em São Paulo. Hoje, quatro meses depois de ser reeleito, admite tranquilamente que o Estado vive o racionamento. 
O palanque e a realidade pós-eleição tornam os políticos muito parecidos no Brasil. Por Lauro Jardim/VEJA. 
BZ-Por essas e outras, o caricato “deputado” Justo Veríssimo, personagem criada pelo Chico Anísio, dizia sempre: “palavras são palavras, nada mais do que palavras”. 


SALVE, SALVE, PÁTRIA EDUCADORA 
dilma e lula

A Pátria Educadora desgovernada pela presidente que não diz coisa com coisa tem um ministro da Educação mal-educado, 13 milhões de analfabetos e meio milhão de 500 mil estudantes nota zero em redação. Augusto Nunes/Veja 
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O PMDB E MERCADANTE 


Hoje, o PMDB não quer apenas eleger Eduardo Cunha à presidência da Câmara, mas quer também derrotar Aloizio Mercadante. 
O que está em jogo para o PMDB não é nem dobrar Dilma Rousseff. Mas derrotar o chefe maior da articulação política do Palácio do Planalto, Aloizio Mercadante. 
Não é, definitivamente, um bom sinal para um início de governo. Não parece, mas este governo começou oficialmente há apenas quinze dias. Por Lauro Jardim/VEJA
BZ-Como se diz popularmente: "briga de cachorro grande"

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