24/11/2017
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| O Submarino San Juan |
Rádio, telefone subaquático e um cilindro que deixa um rastro de 1 km estão entre opções, mas, uma semana após o sumiço, nada foi registrado.
O submarino argentino ARA San Juan, que desapareceu no Atlântico Sul, dispõe de vários recursos para dar um alerta caso necessite de ajuda, segundo o jornal “Clarín”.
A operação de busca da embarcação entrou em uma fase crítica devido à limitada capacidade de armazenamento de oxigênio após sete dias sem comunicação com a base.
Na manhã desta quarta, a Marinha afirmou não ter localizado nenhum rastro do submarino e que as pistas que apareceram nestes sete dias de busca, como sinalizadores e sinais sonoros, foram descartas.
"Dessas três maneiras, de forma acústica com os sonares, infravermelha com a imagem térmica e o detector de anomalias magnéticas, não houve nenhum tipo de contato que se suponha que seja do submarino" disse o porta-voz da Marinha, Enrique Balbi.
Quatro mil pessoas estão mobilizadas nas operações de resgate a bordo de navios e aviões argentinos e de outros sete países, entre eles, o Brasil e os Estados Unidos.
O submarino fazia o trajeto entre o Ushuaia, no sul do país, e a base naval de Mar del Plata, mais ao norte.
Na quarta (15), ele deixou de se comunicar com a base e desapareceu dos radares. Ele relatou uma avaria e teve o trajeto alterado pelo comando. G1
BZ-A recuperação de um barco desses é muito complicada. Oxalá consigam salvar os tripulantes


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