sábado, 23 de dezembro de 2017

MARIN É CONSIDERADO CULPADO PELO JÚRI DA CORTE DE NOVA YORK EM SEIS DAS SETE ACUSAÇÕES DE CORRUPÇÃO

23/12/2017 
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Marin e seu advogado americano. Julgado e condenado em poucos meses.
O ex-presidente da CBF José Maria Marin, de 85 anos, foi considerado culpado nesta sexta-feira na Corte do Brooklyn, em Nova York, nos Estados Unidos. 
A pena ainda não foi imposta pela juíza Pamela Chen, o que deve acontecer somente depois do Natal. 
Junto com o brasileiro, outro cartola também foi considerado culpado: Juan Angel Napout, ex-presidente da Conmebol e ex-vice-presidente da Fifa. 
Manuel Burga, ex-presidente da Federação Peruana de Futebol, ainda não teve o veredicto de seu caso anunciado.
A magistrada ainda decidirá se os dois dirigentes vão ser conduzidos diretamente para a prisão federal. 
Os advogados de defesa alegam que os réus não apresentam risco de fuga. Marin, Napout e Burga respondem a 13 denúncias, transformadas em 7 acusações. 
Há uma semana, o júri norte-americano, composto por 12 pessoas, delibera sobre o assunto depois de ouvir acusações dos promotores e defesas dos réus. 
O cartola brasileiro e seus pares cumprem prisão domiciliar em Nova York. Todos eles estavam no tribunal nesta sexta-feira.Marin foi considerado culpado na última sessão do tribunal antes do Natal, embora não haja semana de recesso na Corte dos EUA. 
Marin era acusado de sete crimes: conspiração para recebimento de dinheiro ilícito, conspiração para fraude relativa à Copa Libertadores, conspiração para lavagem de dinheiro relativa à Libertadores, conspiração para fraude relativa à Copa do Brasil, conspiração para lavagem de dinheiro relativa à Copa do Brasil, conspiração para fraude relativa à Copa América e conspiração para lavagem de dinheiro relativa à Copa América. Ele é acusado formalmente de ter recebido US$ 6,5 milhões desde que assumiu o cargo, em 2012. Politica Livre
BZ-Marin foi preso na Europa pelo FBI (a polícia federal americana), levado para os Estados Unidos, julgado e condenado em poucos meses. Desde então, seu substituto na CBF, Del Nero, não sai do Brasil com medo do mesmo destino. 

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