domingo, 22 de abril de 2012

INTERNACIONAIS

22/04/2012

Carla Bruni Sarkozy, a primeira dama
ELEIÇÕES FRANCESAS NESTE DOMINGO MARCAM O JULGAMENTO DE SARKOZY
Deborah Berlinck, O Globo
Nicolas Sarkozy, presidente da França, senta-se neste domingo no banco dos réus: será julgado pelos franceses numa eleição presidencial impiedosa. O homem que vendeu o sonho de transformar a França chega ao final de cinco anos de mandato tragado pela crise da Europa.
Deverá passar pelo crivo desta primeira etapa da votação. Mas não sobreviverá ao segundo turno, no dia 6 de maio, segundo todas as sondagens. No seu lugar, deverá assumir o rival que até pouco tempo atrás ninguém imaginava no poder: o socialista François Hollande, que nunca exerceu cargo no governo.
Se confirmada a previsão, Sarkozy vai engrossar a lista de 14 líderes europeus já derrubados pela crise dos últimos três anos. E entrará para a História como um dos presidentes mais impopulares da Quinta República desde a entrada em vigor da atual Constituição da França, (em 1958) derrotado após um único mandato.
BZ-O pior de tudo é que se Sarkozy perder a eleição, a França perde a sua mais bonita primeira-dama.


REI DA ESPANHA ENCRENCADO POR CAUSA DE UMA PRINCESA
Blog de Ricardo Setti
Foram vários os sintomas de que pode ter havido algo mais do que uma viagem a Botswana, na África, para caçar elefantes — de si mesma um absurdo para o chefe de Estado de um país, como a Espanha, em brutal crise econômica e aperto de cintos, além de praticar uma generosa política de defesa do meio ambiente, da fauna e da flora — na grande mancada que obrigou o Rei Juan Carlos a pedir desculpas aos cidadãos.
O Rei, 74 anos, pediu desculpas ao país, num gesto elogiado quase unanimemente, mas, diante da fulgurante participação nos episódios da bela princesa alemã Corinna zu Sayn-Wittgenstein, 46 anos, parece que precisará também justificar-se ante a Rainha Sofia.
BZ-Sua Majestade, Juan Carlos de Bourbon y Parma, agora dá uma de "Don Juan".


ONU AUTORIZA ENVIO DE 300 OBSERVADORES À SÍRIA
RIO - O Conselho de Segurança da ONU aprovou neste sábado por unanimidade a extensão de 30 para 300 do número de observadores internacionais que deverão ser enviados nos próximos dias à Síria para monitorar a implantação do cessar-fogo negociado entre o enviado especial da ONU e da Liga Árabe para o país, Kofi Annan, o regime de Bashar al-Assad e os grupos rebeldes armados. O texto da resolução ressalta, porém, que o cumprimento do cessar-fogo até agora é “incompleto”, como constataram os primeiros observadores já enviados, e que a continuidade do descumprimento do acordo poderá levar o conselho a adotar “medidas adicionais” para garantir o fim do conflito de mais de um ano no país árabe.

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