terça-feira, 8 de maio de 2012

ESCANDALÔMETRO

08/05/2012

INSTITUTO BRASIL CAUSA ROMBO DE R$ 7 MILHÕES AO ESTADO
Biaggio Talento e Carol Aquino, A Tarde
Notas fiscais falsas no valor de R$ 985 mil, mais R$ 2,7 milhões de despesas em treinamento e capacitação de pessoal não comprovadas e R$ 3,63 milhões sem prestação de contas, somando um total de R$ 7,315 milhões. Este é o rombo encontrado pela Auditoria Geral do Estado (AGE), órgão da Secretaria da Fazenda da Bahia, no convênio de R$ 17,9 milhões assinado em 2008 pela Secretaria Estadual de Desenvolvimento Urbano (Sedur) e a ONG Instituto Brasil Preservação Ambiental, que teve as parcelas restantes do contrato suspensas em 201o pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) a pedido do Ministério Público Estadual.
BZ-É preciso ter atenção a estas ONGs, pois a grande maioria delas, são apenas meros intermediários, laranjas, para ajudar gestores desonestos no desvio de dinheiro público. Todos os dias há niotícias escandalosas sobre essas arapucas.



PGR PEDE MANUTENÇÃO DE PRISÃO PREVENTIVA DE CARLINHOS CACHOEIRA
A Procuradoria Geral da República (PGR) encaminhou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) parecer pela manutenção da prisão preventiva do contraventor Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira. De acordo com o Jornal do Brasil, o subprocurador-geral da República, Paulo da Rocha Campos, na manifestação enviada ao ministro-relator do inquérito na Corte, Gilson Dipp, conclui “ser temerária, consoante amplamente demonstrado, a colocação do paciente em liberdade, sendo imperiosa a sua manutenção em cárcere, inclusive em presídio federal de segurança máxima, como forma de neutralizar ou, ao menos, enfraquecer seu poder de articulação e penetração que sabidamente exerce na sociedade”. O entendimento da PGR foi anexado aos autos de um habeas corpus impetrado pelos representantes de Cachoeira contra a decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, que manteve a prisão preventiva do bicheiro.


GRUPO DE CACHOEIRA NEGOCIOU EMENDAS PARLAMENTARES AO ORÇAMENTO DA UNIÃO
Alana Rizzo, Estadão
Diálogos interceptados na Operação Vegas indicam que a influência de Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, se estendia até mesmo ao Orçamento-Geral da União. O contraventor atuava para negociar e liberar emendas parlamentares de interesse da organização criminosa que ele comandava. As investigações da Polícia Federal (PF) revelaram que Carlinhos Cachoeira trocava favores com os parlamentares. Os áudios, obtidos pelo Estado, detalham a negociação de emendas ao Orçamento de 2009 entre o grupo de Cachoeira. O material da Vegas, entregue na semana passada ao presidente da CPI, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), será o ponto de partida dos trabalhos da comissão instalada para apurar as relações do contraventor com políticos. Em 9 de outubro de 2008, Cachoeira liga para o ex-vereador de Goiânia, Wladimir Garcez, cobrando notícias da visita de integrantes da organização criminosa aos aliados de Brasília. “E o nosso amigo?”, pergunta Cachoeira. “Objetivo, rápido e 100% nosso”, responde Garcez, completando que passou também nos gabinetes dos deputados federais Roberto Balestra (PP-GO) e Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO). (Estadão)

CABRAL QUER EVITAR DEPOIMENTO NA CPI DO CACHOEIRA
O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), quer evitar que seja convocado para depor na CPI do Cachoeira sobre suas relações com a construtora Delta, um dos alvos da comissão. Para isso, Cabral procurou a cúpula do seu partido em busca de apoio, segundo informações da Folha. Dois requerimentos apresentados à CPI pedem a convocação de Cabral após a divulgação de fotos e vídeos em que ele aprece ao lado do dono da empresa, Fernando Cavendish, em Paris e Monte Carlo.(POLÍTICA HOJE)

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