segunda-feira, 14 de maio de 2012

ESTADUAIS

14/05/2012

COM QUEM O PR DE CÉSAR BORGES VAI FICAR?
– Desde que o nome do ex-senador e ex-governador César Borges, presidente estadual do PR, foi mencionado como sendo o futuro vice-presidente do Banco do Brasil, que várias dúvidas se impuseram para quem acompanha a cena política local. Uma delas, evidentemente, está relacionada à sucessão municipal na capital baiana: o PR terá ou não um candidato a prefeito? A resposta a essa questão depende de outra: o convite da presidente Dilma Rousseff a Borges para assumir o alto cargo no BB é um mimo para estimular os republicanos a apoiarem o pré-candidato do PT à Prefeitura de Salvador, Nelson Pelegrino? O deputado federal Maurício Trindade, correligionário de César Borges, diz que uma coisa não tem nada a ver com a outra. De acordo com o parlamentar, a presidente “reconheceu que tinha o compromisso de colocar ele (Borges) num lugar de destaque”.
BZ-Com quem fica o PR é duvidoso, mas que tem muito deputado louco para voltar à base do governo estadual e gozar de suas benesses, isso lá é verdade.


MORADORES DE CRUZ DAS ALMAS FAZEM PROTESTO PEDINDO ‘GUERRA DE ESPADAS’
Moradores de Cruz das Almas, a 146km de Salvador, foram às ruas protestar contra decisão do Ministério Público Estadual tomada ha quase um ano. Com a decisão, fabricar e soltar espadas de São João na cidade virou crime. Com a proximidade da festa, o que os moradores querem é que a guerra de espadas se torne Patrimônio Cultural na região. A proibição foi determinada pelo órgão, em junho de 2011. O objetivo foi reduzir o número de vitimas de queimados com a fabricação e o uso das espadas. Segundo a Santa Casa de Misericórdia de Cruz das Almas, em 2010, quando não havia a proibição, 315 pessoas ficaram feridas durante os festejos juninos na cidade. No ano passado, este número caiu para 79. (G1)
BZ-A guerra de espadas, é perigosa, violenta, mas é uma tradição popular que agrada grande parte da população.

Um comentário:

  1. Jamais participaria de uma guerra de espadas. Porém, proibi-la em uma cidade que tem como tradição, este tipo de apresentação é uma violência à população.

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