RÚSSIA AMEAÇA FAZER ATAQUE PREVENTIVO À OTAN
O GLOBO, COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS
MOSCOU — A poucos dias da posse de Vladimir Putin, na próxima segunda-feira, para seu terceiro mandato como presidente, a Rússia deu mostras nesta quinta-feira de que adotará uma política externa mais agressiva do que a do atual ocupante do cargo, Dmitri Medvedev. O principal oficial militar russo ameaçou um ataque preventivo contra as instalações de defesa de mísseis da Otan, a aliança militar ocidental, na Polônia e em outros pontos do Leste Europeu se os Estados Unidos levarem adiante o polêmico projeto de um escudo antimísseis.
BZ-Pura bravata. Quando as coisas vão mal internamente, desvia-se a atenção do povo, construindo-se um "inimogo externo". Perigosa bravata, pois a Rússia tem armas nucleares.
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| Chávez estaria tendo dificuldade para andar. |
TRATAMENTO ESTARIA PROVOCANDO FRATURAS EM CHÁVEZ, DIZ BLOGUEIRO
O GLOBO COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS
CARACAS — O tratamento do presidente Hugo Chávez em Cuba contra um câncer na região da pélvis teria deixado sequelas mais graves do que as informações divulgadas pelo governo, afirma o jornalista venezuelano Nelson Bocaranda. Em sua coluna RunRun.es, o blogueiro afirma que a radioterapia causou uma fratura em parte do fêmur e que, em razão das fortes dores, o presidente não poderá mais ser submetido a esse tratamento.
“Mais do que a enfermidade, que se espalha, o que mais o afeta é afundar em uma depressão acompanhada de dores provocadas por lesões orgânicas e especialmente nos ossos do quadril”, escreveu o jornalista. Segundo Bocaranda, Chávez passará a receber tratamento psicológico para enfrentar a situação, caso não obtenha “o milagre”, como se referiu em uma oração pública a uma cura para a doença.
ONU QUESTIONARÁ PAÍS SOBRE DIREITOS HUMANOS
Jamil Chade, Agência Estado
Impunidade, assassinatos, ameaças contra juízes, racismo, 6 milhões de pobres, tortura, saúde e educação precárias e trabalho escravo. Essas são algumas das acusações que o governo brasileiro terá de enfrentar no dia 25 de maio, quando a ONU realizará em Genebra avaliação completa da situação dos direitos humanos no Brasil, exercício pelo qual todos os governos são obrigados a passar. Brasília promete enviar uma ampla delegação para se defender. Longe da imagem de crescimento e da organização de eventos esportivos, a diplomacia brasileira será confrontada com realidade pouco confortável. A ONU já publicou os documentos que servirão de base para a análise, compilação de tudo o que foi alertado sobre o País nos últimos dois anos por agências especializadas da ONU. Tais conclusões escancaram um País bem diferente da imagem da sexta maior economia do mundo. Para a ONU, não há dúvidas de que o País ainda enfrenta “desafios enormes de direitos humanos”. A própria presidente Dilma Rousseff já evocou o “telhado de vidro” do Brasil em relação aos direitos humanos. Leia mais no Estadão.



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