CHÁVEZ ROMPE SILÊNCIO E DIZ QUE TRABALHARÁ MENOS HORAS
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, rompeu hoje com o silêncio que manteve durante os últimos sete dias afirmando que, "lamentavelmente" já não trabalhará em excesso e que se limitará a cumprir jornadas de oito horas ou menos.
"Eu tenho que assumir isso e estou aqui assumindo e confessando ao país. Lamentavelmente não continuarei sendo o cavalo às vezes desbocado por aí", disse em um telefonema para um programa da TV estatal venezuelana.
Chávez disse que continua se recuperando da última rodada de radioterapia para combater um câncer na região pélvica sobre o qual não há maiores detalhes.
HOLLANDE CONFIRMA RETIRADA DE TROPAS FRANCESAS DO AFEGANISTÃO
O Globo
O presidente da França, François Hollande, afirmou nesta sexta-feira que continua com a sua posição eleitoral que defende a retirada das tropas francesas do Afeganistão até o fim deste ano. Hollande está nos Estados Unidos para participar de uma cúpula do G-8 e anunciou sua postura sobre a questão na Casa Branca, logo após se reunir com o presidente americano Barack Obama.
O francês, que tomou posse na terça-feira, disse que o país vai continuar apoiando a missão da Otan no Afeganistão “de um modo diferente”, sem explicitar que ajuda seria essa. Durante a campanha, Hollande prometeu retirar os mais de três mil soldados franceses que estão no país antes da data programada.
Mas os comentários feitos após o encontro com Obama podem indicar um compromisso em tirar os soldados do combate, mas deixar alguma presença francesa no Afeganistão. De acordo com o Exército francês, existem ainda cerca de 900 veículos, 1.400 contêineres e helicópteros franceses no país.
LÍDERES DO G8 SE REÚNEM HOJE E AMANHÃ PARA DISCUTIR CRISE ECONÔMICA INTERNACIONAL
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, coordena a Cúpula do G8 (Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Alemanha, França, Itália, Japão e Rússia), em Camps David (residência oficial do presidente norte-americano), a cerca de 100 quilômetros de Washington, capital norte-americana. Em pauta, os impactos da crise econômica internacional, o agravamento da situação na Grécia e os conflitos na Síria. Os líderes se reunirão hoje e amanhã para buscar um consenso sobre os esforços na tentativa de superar as dificuldades que a economia global enfrenta, principalmente por conta dos problemas na zona do euro. Em videoconferência, ontem, a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, o novo presidente da França, François Hollande, o primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, e o primeiro da Itália, Mario Monti, além do presidente da União Europeia, Herman Van Rompuy, e do presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, concentraram-se na discussão sobre a crise econômica.
ALEMANHA ACREDITA NO FIM DA CRISE EM NO MÁXIMO DOIS ANOS
O ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schauble, disse nesta sexta-feira que a crise de confiança dos mercados a respeito da zona do euro deve acabar em um ou dois anos. Schauble também reafirmou que Berlim deseja a permanência da Grécia no bloco monetário europeu. “Em um período de entre 12 a 24 meses, os mercados financeiros se tranquilizarão”, projetou o ministro em entrevista para a rádio francesa Europe 1. A declaração Schauble é uma resposta à previsão do ex-ministro francês François Baroin, que estimou a continuidade da crise por quatro ou cinco anos. (AFP)




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