Ilimar Franco, O Globo
A presidente Dilma vai anunciar em rede nacional de tevê, no domingo, Dia das Mães, um pacote de medidas sociais voltadas à primeira infância. O programa envolve ações dos ministérios da Saúde, da Educação e do Desenvolvimento Social. Os beneficiários do Bolsa Família, com filhos de 0 a 5 anos, vão receber uma renda adicional. O valor será fechado durante esta semana pela Fazenda.
O governo Dilma, no âmbito do Ministério da Saúde, vai ampliar o atendimento em UTIs neonatais. No âmbito da pasta da Educação, serão ampliados os recursos para creches com o objetivo de atender a crianças de 0 a 5 anos, na fase da pré-escola.
GOVERNO ENGORDA VERBA DE EMENDAS PARLAMENTARES APÓS CRISE COM ALIADOS
As despesas no Orçamento da União com as chamadas emendas parlamentares quadruplicaram de fevereiro para março. Houve uma liberação de R$ 911 milhões só nos primeiros quatro meses do ano – contra apenas R$ 363 milhões do primeiro quadrimestre de 2011, época em que a presidenta Dilma Rousseff lançou seu pacote de austeridade fiscal. Os aumentos coincidem com a criação da CPMI do Cachoeira e com a crise no relacionamento do governo com os partidos da base aliada. As verbas são de interesse de parlamentares, prefeitos e governadores. As informações são do site Cláudio Humberto.
GASTOS DO GOVERNO COM EMENDAS PARLAMENTARES QUADRUPLICAM APÓS A CRISE
A criação da CPI de Cachoeira e a crise no relacionamento com os partidos aliados coincidiram com a multiplicação da liberação, pelo governo Dilma Rousseff, de verbas de interesse de deputados, senadores, prefeitos e governadores. De acordo com a Folha, os registros diários dos desembolsos federais mostram um aumento significativo, a partir de março, das despesas incluídas por congressistas no Orçamento da União em favor das chamadas emendas parlamentares. Os desembolsos quadruplicaram de fevereiro para março, quando ultrapassaram os R$ 350 milhões. Em consequência, os primeiros quatro meses do ano terminaram com liberação de R$ 911 milhões, contra R$ 363 milhões no primeiro quadrimestre de 2011, quando a presidente lançava seu pacote de austeridade fiscal.
DEPOIS DA POUPANÇA, GOVERNO QUER ATACAR JURO DE BANCO PRIVADO
Depois de eliminar a caderneta de poupança como empecilho para a redução da taxa básica de juros (Selic), o próximo passo do governo para diminuir o custo dos empréstimos será dar sequência às negociações com os bancos privados para reduzir o spread – diferença entre o que as instituições pagam para tomar recursos e o que cobram dos clientes. As equipes técnicas do Ministério da Fazenda e dos bancos já discutem quais medidas podem ser adotadas. (Estadão)




Nenhum comentário:
Postar um comentário
Espaço aberto para o leitor contribuir com o debate de forma qualificada. (O autor da matéria comentada ou o editor do blog dará uma resposta explicativa ao comentarista sempre que houver necessidade, abaixo do comentário).