Priscilla Mendes, G1
A presidenta Dilma Rousseff foi vaiada por prefeitos, nesta terça-feira, ao comentar a distribuição de royalties do petróleo. Ela participou da abertura da 15ª Marcha dos Prefeitos, em Brasília, que reuniu mais de 3000 prefeitos na capital. Ao final do seu discurso, alguns prefeitos pediram da plateia que a presidente comentasse sobre a distribuição dos royalties do petróleo. Ela respondeu: “Petróleo, vocês não vão gostar do que eu vou dizer. Não acreditem que vocês conseguirão resolver a distribuição de hoje para trás. Lutem pela distribuição de hoje para frente”. Nesse momento, a presidente foi vaiada e encerrou o discurso. Os royalties são tributos pagos pelas empresas aos estados de onde o petróleo é extraído, como o Rio de Janeiro e o Espírito Santo. A nova proposta já aprovada pelo Senado prevê a diminuição do repasse aos estados produtores e um aumento para os que não produzem o óleo. O projeto está agora na Câmara, onde foi criado um grupo de trabalho para analisar a matéria. Leia mais no G1.
BZ-A primeira vaia a gente nunca esquece.
BZ-A primeira vaia a gente nunca esquece.
Alexandro Martello, G1
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta terça-feira, que não haverá aumento no preço da gasolina neste momento. Ele preside nesta terça a reunião do Conselho de Administração da Petrobras. Essa é a mesma visão do Banco Central. No fim de abril, o Comitê de Política Monetária (Copom) da instituição informou que segue prevendo um cenário sem reajuste da gasolina e do gás de cozinha neste ano. A informação, entretanto, contrasta com declarações da presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster. Também no fim do mês passado, ela reiterou que a companhia poderá aumentar os preços dos combustíveis, caso os custos do petróleo pressionem as finanças da companhia. “Não tenho como dizer que não vou aumentar combustíveis, porque tenho contas a pagar”, disse a presidente da Petrobras em audiência pública na Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados no final de abril.
BZ-Peço menos até as eleições, acreditamos que não vai haver aumento. Depois das urnas abertas, apostamos que haverá.
GASTOS EM SAÚDE CRESCEM, MAS BRASIL CONTINUA ABAIXO DA MÉDIA DO MUNDO
Jamil Chade/Estadão
O Brasil pode ser a sexta maior economia do mundo, mas em termos de gastos com a saúde, o governo brasileiro ainda se equipara à realidade africana e destina ao setor menos do que a média dos governos pelo mundo. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) alertam que não faltam médicos no País. Ainda assim, a proporção de leitos é inferior à média mundial e comparável a vários países africanos. O Brasil é ainda um dos 30 países onde a população paga de seu próprio bolso mais de 50% dos gastos de saúde.
Os números mostram que, na última década, as autoridades brasileiras incrementaram o orçamento destinado aos serviços de saúde. Este incremento, no entanto, não é suficiente nem mesmo para que o País chegue ao patamar da média mundial. A distância entre o que se gasta no Brasil com a saúde e o que se gasta nos países ricos é ainda ampla.
PLANALTO VAI LIBERAR R$ 2 BILHÕES EM EMENDAS PARA BASE
O Planalto decidiu liberar nesta semana R$ 2 bilhões em empenhos de emendas de 2012 para a base aliada, informou uma fonte do Palácio do Planalto à Reuters nesta terça-feira (15).
Metade do valor será em emendas individuais da área da saúde, e a outra metade vai ser destinada a emendas relativas a outros ministérios, acrescentou a fonte, que pediu anonimato. O empenho é uma autorização para que as prefeituras contratem os serviços com a garantia de repasse futuro dos valores pelo governo federal. (Noblat)
VADE RETRO, DELTA!
Ilimar Franco, O Globo
A presidente Dilma está irritada e não quer que a operação J&S/Delta caia no colo de seu governo. Assessores não sabiam ontem dizer exatamente o que vai acontecer, mas disseram que algo será feito para dar uma demonstração cabal de que não há cumplicidade. Aliado, o deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) vai acionar a AGU para que esta obtenha na Justiça decisão de que todos os pagamentos à Delta sejam feitos em juízo para assegurar o ressarcimento aos cofres públicos de perdas. (O Globo)






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