RIO - O empresário americano Odd Odsen Junior, solteiro e sem filhos, deixou parte de sua herança de US$ 40 milhões para 18 amigos brasileiros, de Santa Catarina, ex-estagiários de sua empresa nos Estados Unidos, de acordo com informações do Jornal da Globo.
Odd Odsen Junior, mais conhecido como Bud, morreu no dia 19 de junho, aos 52 anos. Há quase 20 anos, os jovens foram estagiários na empresa dele e ficaram amigos. Dez dos brasileiros continuam morando nos Estados Unidos. Dois ainda trabalham na empresa, que fabrica braços articulados para equipamentos eletrônicos.
Bud costumava viajar várias vezes ao Brasil para se encontrar com seus amigos. Segundo eles, o americano era tímido e retraído, mas não economizava para se divertir nas viagens.
Os 18 brasileiros ainda precisam ser notificados oficialmente pelo cartório americano.
OEA FAZ REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA PARA DISCUTIR A CRISE NO PARAGUAI
O Conselho Permanente da Organização dos Estados Americanos (OEA) se reúne hoje extraordinariamente para discutir a crise política no Paraguai, instaurada pela destituição do ex-presidente Fernando Lugo em junho. O secretário-geral da OEA, José Miguel Insulza, foi até Assunção, capital paraguaia, para conversar com as autoridades e analisar a situação. Na ocasião, Insulza sinalizou ser contrário à suspensão do Paraguai do órgão. O secretário conversou com o presidente do Paraguai, Federico Franco, o ministro dos Negócios Estrangeiros, José Félix Fernández Estigarribia, integrantes do Congresso Nacional, da Corte Suprema e da Justiça Eleitoral. O Conselho Permanente da OEA já fez três sessões especiais sobre o assunto, mas não adotou resoluções sobre o caso. Paralelamente, a organização informou que enviará 500 observadores estrangeiros para acompanhar o processo eleitoral no Paraguai. Em 21 de abril de 2013, haverá eleições majoritárias no país.
O ex-juiz espanhol Baltasar Garzón, advogado do fundador do WikiLeaks Julian Assange, anunciou nesta quinta-feira que vai recorrer à Corte Internacional de Justiça, em Haia (Holanda), para conseguir transferir o autraliano de Londres ao Equador, país que lhe concedeu asilo diplomático. Em entrevista coletiva na cidade australiana de Brisbane, Garzón assinalou que esta será uma das vias adotadas pela equipe legal que defende o jornalista australiano, cuja extradição para a Suécia foi decidida pela Justiça britânica.




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