sexta-feira, 17 de agosto de 2012

NACIONAIS

17/08/2012

GOVERNO FEDERAL DEVE LIBERAR R$ 12 BILHÕES PARA ATENDER SERVIDORES EM GREVE
O ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, confirmou nesta quinta-feira (16) que o governo estuda desembolsar pelo menos R$ 12 bilhões para reajustes dos servidores federais em greve, que já atinge mais de 30 órgãos. Nas universidades federais, a greve já dura cerca de três meses. “Esse é um número inicial. Pode sofrer alteração, porque vamos ter uma negociação longa com o funcionalismo, carreira por carreira. O [Ministério do] Planejamento é quem está cuidando desse tema”, disse Carvalho.A quantia é bem menor que os R$ 92,2 bilhões necessários para atender as demandas de todas as categorias, segundo cálculo do Ministério do Planejamento. O valor inclui a negociação com técnicos e professores de universidades federais – que já receberam propostas do governo – e as demais categorias. A previsão é que o Ministério do Planejamento apresente ainda esta semana uma contraproposta às reivindicações dos grevistas.

PARALISIA DA VALEC GEROU A PRIVATIZAÇÃO DE FERROVIAS
A decisão da presidenta Dilma de confiar ao setor privado a tarefa de construir e operar ferrovias é uma tentativa de enfrentar a incapacidade da estatal Valec - Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. de fazer o serviço. Sua diretoria assumiu após a “faxina ética” de 2011, mas não tem sido capaz de construir um só quilômetro de ferrovia há mais de um ano. Batendo cabeças, os diretores brigam entre si e mal se falam.
Fora dos trilhos...A paralisia da Valec fez reduzir de 30 mil para pouco mais de 1.500 o número de trabalhadores nos canteiros obra da ferrovia Norte-Sul.
Marca do pênalti...Na Casa Civil do Planalto consolida-se a certeza de que a direção da Valec é tão inexperiente quanto incompetente, para dizer o mínimo.
Muita areia...José Eduardo Castelo Branco era só um subsecretário de prefeitura na Baixada Fluminense quando foi nomeado presidente da Valec.
Estatal depenada...José Francisco das Neves, o “Juquinha”, demitido da presidência da Valec, sob suspeita de corrupção, acabaria preso por fraudar licitações. (CLÁUDIO HUMBERTO)
BZ-A experiência mundial mostra que quanto menor for a presença do governo na economia, menor a corrupção no país.

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