quarta-feira, 22 de agosto de 2012

NACIONAIS

22/08/2012


COM ROYALTIES, GOVERNO PODE INVESTIR 10% DO PIB EM EDUCAÇÃO, DIZ IDELI
A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, afirmou nesta terça-feira que o governo poderá admitir investimento de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação ao longo de 10 anos caso os recursos dos royalties do petróleo sejam destinados à área. A ministra reuniu na manhã desta terça, no Palácio do Planalto, todos os líderes e vice-líderes da base de apoio ao governo na Câmara para elencar as os projetos prioritários na Casa, que passa por “recesso branco”, período sem votações, devido às campanhas eleitorais municipais. “Se todos entenderem, se a maioria da Câmara entender que é fundamental em 10 anos a gente chegar a 10% do PIB, o que queremos é que fique bastante claro de onde vai vir o recurso e, portanto, se tem como alternativa a historia dos royalties do pré-sal, ele tem que ser feito agora”, disse. (G1)
 
 
 
 
 
BRASIL AVANÇA, MAS É QUARTO PAÍS MAIS DESIGUAL DA AMÉRICA LATINA, DIZ ONU
Apesar do crescimento econômico, que levou o país a ultrapassar a Inglaterra e consolidar o sexto maior Produto Interno Bruto (PIB) do planeta, o Brasil ainda é uma nação de desigualdades. Segundo relatório sobre as cidades latino-americanas feito pelo Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat) e divulgado nesta terça-feira, o Brasil é o quarto país mais desigual da América Latina em distribuição de renda, ficando atrás somente de Guatemala, Honduras e Colômbia. O Brasil, no entanto, avançou no combate a desigualdades nas últimas décadas. De acordo com o levantamento “Estado das cidades da América Latina e do Caribe 2012 – Rumo a uma nova transição urbana”, o Brasil era, em 1990, o número 1 do ranking das nações com pior distribuição de renda. O estudo destaca o forte crescimento do PIB brasileiro, de 1970 a 2009, deixando para trás o México e os países que formam o Cone Sul – Argentina, Chile, Uruguai e Paraguai – e “cobrando relevância mundial”. Hoje, o PIB do país representa 32% do total do PIB da América Latina. Ainda assim, quando se analisa o PIB per capita, o Brasil ocupa uma modesta 13ª colocação, de pouco mais de US$ 4 mil por ano, abaixo da média latino-americana e dos países mais desenvolvidos da região, como México, Chile, Argentina e Uruguai, e até mesmo da Venezuela, que tem a economia muito dependente do petróleo. Leia mais no G1.
 

SERVIDOR RECEBEU REAJUSTES ACIMA DO AVANÇO DO PIB
Cristiane Bonfanti, O Globo
Em greve que já dura mais de três meses, os servidores públicos federais tiveram reajustes salariais não apenas acima da inflação, nos últimos nove anos, mas além do crescimento da economia.
Levantamento feito pelo economista Raul Velloso, a pedido do GLOBO, mostra que, enquanto o valor médio pago ao pessoal ativo da União teve ganho real de 33,2%, passando de R$ 5,3 mil em 2002 para R$ 7,2 mil em 2011, o PIB per capita (a geração média de riquezas de cada brasileiro) cresceu 26,7% no mesmo período.

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