sexta-feira, 19 de abril de 2013

INTERNACIONAIS

19/04/2013

MILHARES DE ARGENTINOS VÃO ÀS RUAS PARA PROTESTAR CONTRA GOVERNO 



O Globo 
Dezenas de milhares de argentinos e opositores saíram nesta quinta-feira às ruas das principais cidades do país para protestar contra a presidente argentina, Cristina Kirchner, a quem acusam de levar adiante uma gestão autoritária e corrupta. O protesto foi convocado por meio das redes sociais, assim como foi feito em duas outras vezes no ano passado, com apoio da oposição, meses antes da realização de eleições legislativas, nas quais o governo peronista tentará conservar sua maioria parlamentar. 


ÀS VÉSPERAS DAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS, PARAGUAI TEM ÚLTIMO DIA DE CAMPANHA 



A três dias das eleições presidenciais no Paraguai, o país terá hoje o último dia de campanha. Onze candidatos concorrem ao cargo, mas, segundo especialistas, as eleições deverão ficar polarizadas entre Horacio Cortés, do Partido Colorado, e Efraín Alegre, do Partido Liberal Radical Autêntico. O eleito vai suceder o presidente Federico Franco e deve negociar o fim da suspensão do país dos blocos Mercosul e Unasul (União de Nações Sul-Americanas). O Partido Colorado, que é a maior legenda do país, organizou para hoje seis caravanas para as principais áreas da capital, Assunção. As eleições no Paraguai ocorrem no próximo domingo, dia 21. A expectativa é que, após as eleições, os líderes dos países vizinhos se reúnam para definir sobre a suspensão do Paraguai do Mercosul e da Unasul. O Paraguai foi suspenso dos dois blocos, em junho de 2012, após a destituição do poder do então presidente Fernando Lugo. A decisão foi tomada porque os líderes dos países-membros dos blocos concluíram que o processo de impeachment de Lugo não seguiu os preceitos legais. 


VENEZUELA ACEITA RECONTAR VOTOS E ARREFECE ÂNIMOS PARA POSSE DE MADURO 



Pablo Uchoa/Enviado especial da BBC Brasil a Caracas Sob ânimos arrefecidos pela concordância do Conselho Nacional Eleitoral (CNE) venezuelano em auditar 100% dos votos das eleições do último domingo, a Venezuela assiste nesta sexta-feira à posse de Nicolás Maduro na Presidência do país. Altos representantes de pelo menos 16 países, segundo o governo, estarão presentes na posse do chavista Maduro, entre eles alguns chefes de Estado, como a presidente Dilma Rousseff, a presidente argentina, Cristina Kirchner, e o presidente uruguaio, José Pepe Mujica. A presença dos líderes sul-americanos foi uma tentativa dos governos regionais de trazer um pouco de estabilidade para uma situação que, ao longo da semana, chegou a ponto de explodir – antes que a oposição, que se recusa a reconhecer a vitória de Maduro, e o governo tomassem atitudes para arrefecer os ânimos. 


SUSPEITO Nº 1 DE EXPLOSÕES EM BOSTON É MORTO NOS EUA 

O de boné preto foi morto pela polícia

Do G1, em São Paulo 
Rapaz morto seria o 'suspeito número 1', cuja foto foi divulgada pelo FBI. Segundo suspeito estaria cercado pela polícia em Watertown. O comissário de polícia de Boston, Ed Davis, confirmou nesta sexta-feira (19) que um dos suspeitos do atentado durante a maratona de Boston, na segunda-feira (15), foi morto, enquanto um segundo suspeito segue foragido, mas cercado por uma grande operação policial nas imediações de um shopping Center na região de Watertown, a oeste de Boston. Segundo Davis, o rapaz morto é o mesmo cuja foto foi apresentada pelo FBI, a Polícia Federal dos Estados Unidos, na quinta-feira (18), como suspeito número 1. No dia da maratona ele usava um boné preto, óculos de sol e carregava uma mochila. 


TIBETANOS ATEIAM FOGO A SI PRÓPRIOS POR DESESPERO, DIZ DALAI LAMA 



O Dalai Lama declarou na última quinta-feira (11), durante uma visita a Itália, que os tibetanos que ateiam fogo ao próprio corpo “não estão loucos”, mas que se suicidam porque estão desesperados e para escapar da “brutalidade” das autoridades chinesas. “Os tibetanos que cometeram suicídio para escapar da tortura e prisões na China não são loucos”, disse o líder espiritual do budismo tibetano para uma multidão de 3.500 partidários reunidos em Trento, no nordeste da Itália. “Eles acreditaram que esta era a única solução para fugir da brutalidade”, indicou o Dalai Lama. “Não posso fazer nada, além de rezar para que os líderes políticos encontrem uma solução razoável para a questão do Tibete” e para os seis milhões de tibetanos, acrescentou. O Dalai Lama, que está na Itália para uma série de palestras, recebeu na quinta-feira um prêmio às minorias na província autônoma de Bolzano, um território italiano onde vive uma população majoritariamente alemã. Desde 2009, mais de 110 tibetanos foram queimados vivos em protesto contra o controle de Pequim e a repressão de sua religião e cultura. A China afirma ter “libertado pacificamente” o Tibete, uma região pobre e isolada, e melhorado as condições de vida financiando o seu desenvolvimento econômico. Mas muitos tibetanos estão se rebelando contra o que eles veem como uma crescente dominação da etnia Han, majoritária na China. (AFP)

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