segunda-feira, 6 de maio de 2013

ESCANDALÔMETRO

06/05/2013


CÂMARA ELEVA BENEFÍCIOS DE DEPUTADOS E DESCUMPRE PRAZO PARA INÍCIO DO CONTROLE DE HORAS EXTRAS 

Eles não perdem a chance de tirar proveitos pessoais, às custas do nosso dinheiro.
Quando anunciou o aumento da cota de atividade parlamentar e do auxílio-moradia dos deputados— com impacto de R$ 22 milhões por ano no orçamento da Casa — o presidente da Câmara Federal, Henrique Alves (PMDB-RN) divulgou que a contrapartida seria o controle de presença dos funcionários, o que acarretaria uma economia anual de R$ 24 milhões. O reajuste e o controle de ponto começariam a valer em abril, mas somente uma das medidas foi posta em prática dentro do prazo: todos os parlamentares já usufruem do benefício reajustado. Reportagem do Correio Braziliense revela que, um mês depois, o sistema de informatização do registro de ponto ainda não funciona e o pagamento de horas extras continuará sem controle por, pelo menos, mais três meses. Henrique Alves recebeu apoio de mais da metade dos 39 deputados que compõem a bancada baiana na Câmara Federal e foi eleito para a presidência da Casa com a promessa de austeridade financeira. 


APÓS 17 ANOS COMEÇA O JULGAMENTO DE ACUSADOS DE MORTE DE PC FARIAS 

Suzana e PC Farias, na cena do crime.
Renata Giraldi, Agência Brasil 
Quase 17 anos depois da morte do empresário Paulo César Farias (foto abaixo), conhecido como PC Farias, e da namorada, Suzana Marcolino, em 23 de junho de 1996, em uma casa de praia de Guaxuma (Alagoas), começa amanhã (6) o julgamento de quatro envolvidos no caso. O casal foi morto a tiros. Na ocasião, os peritos concluíram que o crime foi passional, mas há controvérsias sobre essa interpretação. Os quatro acusados que irão a júri popular trabalhavam como seguranças de PC Farias. A assessoria do Tribunal de Júri do Fórum de Maceió (Alagoas) confirmou à Agência Brasil que o julgamento começará às 13h de segunda-feira. A previsão é que a sentença seja proferida pelo juiz Maurício Breda, da 8ª Vara Criminal, no prazo de quatro a cinco dias. A primeira sentença de pronúncia do caso foi em 2002, segundo a assessoria do tribunal. A expectativa é que, ao longo da semana, o julgamento comece por volta das 9h e siga até as 20h.

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