02/08/2014
REJEIÇÃO À DILMA
Uma pesquisa encomendada pela campanha de Fernando Pimentel mediu a rejeição de Dilma Rousseff em Minas Gerais.
De acordo com o levantamento, Dilma tem três vezes mais rejeição que o PT e duas vezes mais que Pimentel. Por Lauro Jardim/Veja
BZ- Convém lembrar que minas é o estado natal da presidente Dilma.
DILMA DIZ QUE EVITARÁ MEDIDAS IMPOPULARES PARA CONTER CRISE
Leonêncio Nossa, Estadão
Em campanha pela reeleição, a presidente Dilma Rousseff afirmou na noite desta sexta-feira, 1º, que tentará evitar a adoção de medidas "impopulares" e "antipopulares" no combate aos efeitos da crise econômica.
Ao lado do antecessor, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ela disse a uma plateia de prefeitos do Norte de Minas que trabalhará "sistematicamente" para não tomar decisões que prejudiquem a maioria da população.
"Vamos enfrentar aqueles que acham que mudar é voltar atrás, é retroceder naquilo que havia de pior, aumentando o desemprego, fazendo com que quem paga o pato diante da crise seja o trabalhador, o pequeno empreendedor, a maioria da população", disse.
AÉCIO DEVE ARRECADAR MAIS QUE DILMA E CAMPOS NO 1º MÊS DE CAMPANHA
Sérgio Roxo e Fernanda Krakovics, O Globo
A presidente Dilma Rousseff (PT) arrecadou no primeiro mês de sua campanha pela reeleição 35% a menos do que havia conseguido em doações no mesmo período da disputa de 2010.
De acordo com a prestação de contas apresentada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ela recebeu R$ 9,6 milhões este ano contra R$ 14,76 milhões (em valores atualizados pelo índice oficial de inflação) quatro anos atrás, quando se elegeu para suceder ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O candidato tucano à Presidência, senador Aécio Neves (MG), foi o que mais arrecadou neste primeiro mês, entre os principais presidenciáveis. A sua campanha informou ter obtido entre R$ 10 milhões e R$ 12 milhões.
'SE ELE ESTÁ DIZENDO QUE NÃO VAI TER TARIFAÇO, É PORQUE VAI TER', DIZ CAMPOS, SOBRE MANTEGA
O candidato ao PSB à Presidência da República, Eduardo Campos, criticou nesta sexta-feira (1º) o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e afirmou que tudo que ele afirma “acontece o contrário”. Em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, Mantega negou que aumentos nas tarifas públicas – o “tarifaço” – estejam guardados para 2015.
“O ministro da Fazenda vai para os jornais dizer que é conversa para boi dormir que não vai ter tarifaço.
Primeiro, o ministro da Fazenda não deveria usar esse tipo de termo. Segundo, se ele está dizendo que não vai ter tarifaço, é porque vai ter.
É só examinar o que ele anda dizendo e tudo que ele diz acontece o contrário”, acusou o ex-governador de Pernambuco, em um evento realizado em Pelotas, com militantes do PSB.
Entre as declarações de Mantega que foram contraditas, Campos citou o crescimento dos juros e do desemprego. Com Folha de S. Paulo.



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