
17/05/2010
A sucessão presidencial de 2010 converteu o Bolsa Família numa unanimidade. Neste ano, o benefício vai chegar às casas de 12,5 milhões de famílias. De olho nos votos dessa clientela, nem o presidenciável da “oposição”, José Serra, se anima a criticar o programa.
Ao contrário, o candidato tucano diz que, se eleito, vai ampliá-lo. Sob os méritos do Bolsa Família, porém, sobrevive um vício que o governo não logrou sanar: o desestímulo ao trabalho formal. Com receio de perder o benefício, lavradores do Nordeste esvaziam as fazendas. É o que conta o repórter Fernando Canzian, em notícia levada às páginas da Folha. Os trabalhadores fogem do emprego formal também para não perder o direito à aposentadoria especial antecipada. Os candidatos a esse tipo de aposentadoria –aos 55 anos para as mulheres e 60 para homens— são classificados como “segurados especiais”. Registrada a carteira, viram “assalariados rurais”. E tem de contribuir à Previdência por 13 anos ou trabalhar mais cinco antes de se aposentar com o salário mínimo. Daí a opção de muitos trabalhadores por fugir do mercado formal. A falta de mão-de-obra leva as fazendas a se adaptar. (Blog do Josias).
A sucessão presidencial de 2010 converteu o Bolsa Família numa unanimidade. Neste ano, o benefício vai chegar às casas de 12,5 milhões de famílias. De olho nos votos dessa clientela, nem o presidenciável da “oposição”, José Serra, se anima a criticar o programa.
Ao contrário, o candidato tucano diz que, se eleito, vai ampliá-lo. Sob os méritos do Bolsa Família, porém, sobrevive um vício que o governo não logrou sanar: o desestímulo ao trabalho formal. Com receio de perder o benefício, lavradores do Nordeste esvaziam as fazendas. É o que conta o repórter Fernando Canzian, em notícia levada às páginas da Folha. Os trabalhadores fogem do emprego formal também para não perder o direito à aposentadoria especial antecipada. Os candidatos a esse tipo de aposentadoria –aos 55 anos para as mulheres e 60 para homens— são classificados como “segurados especiais”. Registrada a carteira, viram “assalariados rurais”. E tem de contribuir à Previdência por 13 anos ou trabalhar mais cinco antes de se aposentar com o salário mínimo. Daí a opção de muitos trabalhadores por fugir do mercado formal. A falta de mão-de-obra leva as fazendas a se adaptar. (Blog do Josias).
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Não custa repetir, o que já dissemos muitas vezes. É necessário trabalhar muito com as massas de ex-famintos, para torná-los produtivos, dando-lhes educação, empregos e renda, dando-lhes dignidade. Esmola a uma pessoa sã, ou lhe mata de vergonha ou vicia o cidadão.

Largue de ser besta , zeca.
ResponderExcluirPague melhor as pessoas que trabalham com você.
E cale-se!
“Como cidadão brasileiro que tanto lutou para fazer a ética prevalecer na política, estou frustrado, possivelmente como milhões de brasileiros. Só espero que não apareça um trambiqueiro querendo anistiar Collor da condenação imposta pelo Senado”, Lula, 13 de dezembro de 1994, quando Fernando Collor foi absolvido pelo STF.
ResponderExcluirEm Palmeira dos Indios, 14 de julho de 2009, Lula abraça Collor e o compara ao ex-presidente Juscelino Kubitschek. “Quero fazer justiça aos senadores Fernando Collor e Renan Calheiros, que têm dado uma sustentação muito grande aos trabalhos do governo no Senado”, discursa Lula, enquanto é distribuído ao público um jornal com a seguinte manchete:"Presidente Lula da Silva apoia Collor de Mello para governo de Alagoas".
"ECE" É O "NOÇO" GUIA
QUEM MUDOU, LULA OU COLLOR?