
12/05/2010
POLÍTICA LIVRE
Após repercussão negativa na mídia nacional, entre os movimentos sociais e de olho nas próximas eleições, os deputados que sugeriram mudanças ao projeto Ficha Limpa recuaram e viram as respectivas emendas serem derrubadas sem contestarem.
Com o recuo, foi mantido o texto-base da proposta, aprovado na última quarta-feira (5), que proíbe a candidatura de políticos com condenações por órgãos colegiados.
A matéria segue para análise do Senado. Durante a sessão de hoje, sete sugestões de mudanças ao projeto foram rejeitadas. Outras duas – que tornavam as regras mais rígidas – retiradas de pauta. Apesar de pressão de bancada ruralista, o primeiro a se pronunciar foi o líder do PP, João Pizzolatti (SC). A emenda dele estabelecia que os candidatos que cometessem crimes ambientais graves não se tornariam inelegíveis.
POLÍTICA LIVRE
Após repercussão negativa na mídia nacional, entre os movimentos sociais e de olho nas próximas eleições, os deputados que sugeriram mudanças ao projeto Ficha Limpa recuaram e viram as respectivas emendas serem derrubadas sem contestarem.
Com o recuo, foi mantido o texto-base da proposta, aprovado na última quarta-feira (5), que proíbe a candidatura de políticos com condenações por órgãos colegiados.
A matéria segue para análise do Senado. Durante a sessão de hoje, sete sugestões de mudanças ao projeto foram rejeitadas. Outras duas – que tornavam as regras mais rígidas – retiradas de pauta. Apesar de pressão de bancada ruralista, o primeiro a se pronunciar foi o líder do PP, João Pizzolatti (SC). A emenda dele estabelecia que os candidatos que cometessem crimes ambientais graves não se tornariam inelegíveis.

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