
20/05/2010
CLÁUDIO HUMBERTO
Não há controle, no Senado, sobre os “fantasmas” que integram quase todos os gabinetes graças a um artifício: grande parte dos senadores divide com várias pessoas o salário que deveria ser pago a apenas um assessor. Assim, seis pessoas dividem um salário de R$ 6 mil mensais, por exemplo. Senador dispõe também de R$ 80 mil para contratar até 20 “assistentes parlamentares”. E a verba indenizatória de R$ 15 mil paga custos e salários nos escritórios estaduais de cada senador.
Descontrole. Duas mulheres foram à polícia denunciar terem sido contratadas pelo gabinete do senador Efraim Morais (DEM-PB) sem que soubessem.
Ele ‘não sabia’. Em nota, Efraim Morais jura que a culpa é de uma advogada, Mônica Bicalho, que teria contratado as duas mulheres. Efraim demitiu as três.
Boa nova. As notícias sobre “fantasmas” coincide com uma boa notícia: o Senado resolveu unificar a folha de pagamento. Em princípio, haverá economia
Metendo a mão. Eram várias as folhas no Senado: cada “órgão vinculado” (gráfica, Prodasen etc) tinha a sua. Há suspeitas de acréscimos indevidos
CLÁUDIO HUMBERTO
Não há controle, no Senado, sobre os “fantasmas” que integram quase todos os gabinetes graças a um artifício: grande parte dos senadores divide com várias pessoas o salário que deveria ser pago a apenas um assessor. Assim, seis pessoas dividem um salário de R$ 6 mil mensais, por exemplo. Senador dispõe também de R$ 80 mil para contratar até 20 “assistentes parlamentares”. E a verba indenizatória de R$ 15 mil paga custos e salários nos escritórios estaduais de cada senador.
Descontrole. Duas mulheres foram à polícia denunciar terem sido contratadas pelo gabinete do senador Efraim Morais (DEM-PB) sem que soubessem.
Ele ‘não sabia’. Em nota, Efraim Morais jura que a culpa é de uma advogada, Mônica Bicalho, que teria contratado as duas mulheres. Efraim demitiu as três.
Boa nova. As notícias sobre “fantasmas” coincide com uma boa notícia: o Senado resolveu unificar a folha de pagamento. Em princípio, haverá economia
Metendo a mão. Eram várias as folhas no Senado: cada “órgão vinculado” (gráfica, Prodasen etc) tinha a sua. Há suspeitas de acréscimos indevidos

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