21/05/2010
O fim do fator previdenciário, aprovado nesta quarta-feira pelo Senado, deve aumentar o déficit nas contas da Previdência Social em cerca de R$ 4 bilhões só no primeiro ano da sua extinção. A conta é do ex-ministro da Previdência José Cechin. “É uma despesa que começa um pouco acima de R$ 4 bilhões no primeiro ano, escalando durante 23, 24 anos, para algo em torno de R$ 40 bilhões anuais”, afirmou ele. “Neste ano, o ministério está estimando um desequilíbrio de R$ 50 bilhões nas contas. Se nada mais mudasse, seriam R$ 54 bilhões só por conta [da extinção] do fator”, disse. (G1)
O fim do fator previdenciário, aprovado nesta quarta-feira pelo Senado, deve aumentar o déficit nas contas da Previdência Social em cerca de R$ 4 bilhões só no primeiro ano da sua extinção. A conta é do ex-ministro da Previdência José Cechin. “É uma despesa que começa um pouco acima de R$ 4 bilhões no primeiro ano, escalando durante 23, 24 anos, para algo em torno de R$ 40 bilhões anuais”, afirmou ele. “Neste ano, o ministério está estimando um desequilíbrio de R$ 50 bilhões nas contas. Se nada mais mudasse, seriam R$ 54 bilhões só por conta [da extinção] do fator”, disse. (G1)
**********//////////**********
Interessante notar que quando se fala no assunto, vêm logo a idéia do rombo nas contas públicas. Veja na notícia abaixo, os gastos com a Copa de 2014, e as Olimpíadas de 2016, onde se fala em cifras nuito superiores, e ninguém diz nada a respeito de rombo em contas públicas. Só existe défict público quando se trata de aposentados, educação, segurança e saúde pública, saneamento, etc...

Que comparação infeliz a do Zeca.
ResponderExcluirOra,os investimentos na COPA de 2014 e nas Olimpíadas de 2016, terão retornos lucrativos para o País.
Esse aí deve ser outro emérito representante da vanguarda do atraso. Que falta de glamour!!!!!
ResponderExcluir