
17/05/2010
ANTONIO CARLOS PANUNZIO
Os aposentados e pensionistas do INSS lembram-se, muito bem, de que uma das promessas de campanha feitas com maior ênfase pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi a de respeitá-los, garantindo que o valor dos benefícios que recebem guardassem uma proporcionalidade justa com os valores das contribuições que pagaram à Previdência Social durante décadas.
Uma vez empossado na Presidência, o chefe do governo, como se houvesse sido vítima de uma amnésia seletiva, reduziu o amplo compromisso assumido com os trabalhadores ao reajuste das aposentadorias e pensões iguais a um salário mínimo pelo mesmo percentual de correção deste. Com isso, as condições de vida dos aposentados que, quando na atividade profissional, ganhavam mais do que o mínimo além de não melhorarem, sofreram, ao longo dos anos Lula, uma acentuada perda do seu poder de compra. É cada vez maior o número dos que, a cada mês, têm de escolher se usam o dinheiro para comprar alimentos ou remédios indispensáveis à manutenção de sua saúde.
ANTONIO CARLOS PANUNZIO
Os aposentados e pensionistas do INSS lembram-se, muito bem, de que uma das promessas de campanha feitas com maior ênfase pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi a de respeitá-los, garantindo que o valor dos benefícios que recebem guardassem uma proporcionalidade justa com os valores das contribuições que pagaram à Previdência Social durante décadas.
Uma vez empossado na Presidência, o chefe do governo, como se houvesse sido vítima de uma amnésia seletiva, reduziu o amplo compromisso assumido com os trabalhadores ao reajuste das aposentadorias e pensões iguais a um salário mínimo pelo mesmo percentual de correção deste. Com isso, as condições de vida dos aposentados que, quando na atividade profissional, ganhavam mais do que o mínimo além de não melhorarem, sofreram, ao longo dos anos Lula, uma acentuada perda do seu poder de compra. É cada vez maior o número dos que, a cada mês, têm de escolher se usam o dinheiro para comprar alimentos ou remédios indispensáveis à manutenção de sua saúde.
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O que podemos esperar de um país, onde a média salarial dos aposentados no serviço público equivale a R$ 4.600,00/mes, e a dos aposentados que realmente pagam a conta dessa safadeza os que detém aposentadoria privada é de R$ 713,00, a pilantragem é tanta que quando tem um evento como da Copa do Mundo que está próxima, os servidores agendam greves e mais greves para aumentar ainda mais os rombos nos cofres públicos. Temos dois tipos de cidadãos no Brasil. Isso é justo?

ONTEM, 1994
ResponderExcluir“Como cidadão brasileiro que tanto lutou para fazer a ética prevalecer na política, estou frustrado, possivelmente como milhões de brasileiros. Só espero que não apareça um trambiqueiro querendo anistiar Collor da condenação imposta pelo Senado”, Lula, 13 de dezembro de 1994, quando Fernando Collor foi absolvido pelo STF.
Em Palmeira dos Indios, 14 de julho de 2009, Lula abraça Collor e o compara ao ex-presidente Juscelino Kubitschek. “Quero fazer justiça aos senadores Fernando Collor e Renan Calheiros, que têm dado uma sustentação muito grande aos trabalhos do governo no Senado”, discursa Lula, enquanto é distribuído ao público um jornal com a seguinte manchete:"Presidente Lula da Silva apoia Collor de Mello para governo de Alagoas".
"ECE" É O "NOÇO" GUIA