
22/05/2010
A diretoria geral do Senado abriu sindicância para apurar as denúncias de duas supostas funcionárias fantasmas que recebiam salário sem nunca ter trabalhado no gabinete do senador Efraim Morais (DEM-PB). As irmãs Kelly e Kelriany Nascimento da Silva afirmam ter recebido uma espécie de “bolsa-educação” de R$ 100 mensais, por um ano, em troca de autorizaram a abertura de contas bancárias seus nomes. O acordo teria sido intermediado por Kátia Bicalho, irmã de Mônica Conceição Bicalho, que trabalhou como assessora jurídica de Efraim por sete anos. Ao tentar abrir uma conta bancária, Kelriany teria descoberto que tinha dívidas e que constava como funcionária do Senado, recebendo salário de R$ 3.800. As irmãs denunciaram a fraude à Polícia Civil de Sobradinho, cidade-satélite do Distrito Federal. (UOL)
A diretoria geral do Senado abriu sindicância para apurar as denúncias de duas supostas funcionárias fantasmas que recebiam salário sem nunca ter trabalhado no gabinete do senador Efraim Morais (DEM-PB). As irmãs Kelly e Kelriany Nascimento da Silva afirmam ter recebido uma espécie de “bolsa-educação” de R$ 100 mensais, por um ano, em troca de autorizaram a abertura de contas bancárias seus nomes. O acordo teria sido intermediado por Kátia Bicalho, irmã de Mônica Conceição Bicalho, que trabalhou como assessora jurídica de Efraim por sete anos. Ao tentar abrir uma conta bancária, Kelriany teria descoberto que tinha dívidas e que constava como funcionária do Senado, recebendo salário de R$ 3.800. As irmãs denunciaram a fraude à Polícia Civil de Sobradinho, cidade-satélite do Distrito Federal. (UOL)

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