
14/95/2010
WAGNER IRONIZA PMDB POR DEMORA EM APOIAR DILMA
O governador Jaques Wagner (PT), que deverá dividir o palanque da pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, com Geddel Vieira Lima (PMDB), ironizou a demora dos peemedebistas em anunciar oficialmente o apoio à petista. “É o estilo do PMDB ficar até o último momento aguardando não sei o quê. Acho que eles estão na dúvida, provavelmente esperando o desempenho da pesquisa eleitoral”, debochou. O governador voltou a reforçar a ideia de que não haveria pressa para definir a segunda vaga ao Senado na sua chapa: “Eu não fecharia as portas (para eventuais alianças) com tanta rapidez, já que temos até o fim de junho para lançar (a chapa)”, declarou Wagner. Ele afirmou, porém, que não manda em seu partido e deixou a decisão para os petistas. “Estão me anunciando que o partido vai deliberar até o domingo”, admite. Informações do A Tarde.
WAGNER IRONIZA PMDB POR DEMORA EM APOIAR DILMA
O governador Jaques Wagner (PT), que deverá dividir o palanque da pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, com Geddel Vieira Lima (PMDB), ironizou a demora dos peemedebistas em anunciar oficialmente o apoio à petista. “É o estilo do PMDB ficar até o último momento aguardando não sei o quê. Acho que eles estão na dúvida, provavelmente esperando o desempenho da pesquisa eleitoral”, debochou. O governador voltou a reforçar a ideia de que não haveria pressa para definir a segunda vaga ao Senado na sua chapa: “Eu não fecharia as portas (para eventuais alianças) com tanta rapidez, já que temos até o fim de junho para lançar (a chapa)”, declarou Wagner. Ele afirmou, porém, que não manda em seu partido e deixou a decisão para os petistas. “Estão me anunciando que o partido vai deliberar até o domingo”, admite. Informações do A Tarde.
GEDDEL DIZ QUE WAGNER NÃO PRIORIZA DILMA NA BAHIA
O pré-candidato ao governo pelo PMDB, Geddel Vieira Lima, contatou o Bahia Notícias para contestar a declaração do governador Jaques Wagner (PT) de que os peemedebistas demoram para oficializar apoio à presidenciável Dilma Rousseff (ver nota). Se o gestor petista usou de ironia para criticar os adversários, Geddel também deu uma pitada de deboche para rebater o chefe do Executivo. "Wagner realmente tem "autoridade" para cobrar posição política do PMDB em relação a Dilma, sobretudo depois que foi pego com a boca na botija aplaudindo prefeitos que votam em Serra desde que vote nele (relembre aqui). Isso mostra que pouco se importa com o projeto nacional do presidente Lula e sim com sua própria conveniência", rechaçou.
O pré-candidato ao governo pelo PMDB, Geddel Vieira Lima, contatou o Bahia Notícias para contestar a declaração do governador Jaques Wagner (PT) de que os peemedebistas demoram para oficializar apoio à presidenciável Dilma Rousseff (ver nota). Se o gestor petista usou de ironia para criticar os adversários, Geddel também deu uma pitada de deboche para rebater o chefe do Executivo. "Wagner realmente tem "autoridade" para cobrar posição política do PMDB em relação a Dilma, sobretudo depois que foi pego com a boca na botija aplaudindo prefeitos que votam em Serra desde que vote nele (relembre aqui). Isso mostra que pouco se importa com o projeto nacional do presidente Lula e sim com sua própria conveniência", rechaçou.
GEDDEL DIZ QUE JW NÃO DEVE DAR “PITACO” NO PMDB
O deputado Geddel Vieira Lima, pré-candidato do PMDB ao governo da Bahia, foi entrevistado por Daniela Prata e Samuel Celestino, apresentadores do programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Tudo FM. Na oportunidade, o parlamentar respondeu sobre a polêmica – iniciada pelo cantor Caetano Veloso – em torno do Pelourinho: “Eu gosto muito de ir ao Pelourinho. Vou com minha família e a gente constata um abandono absoluto ali”, opinou. Sobre a resposta de Wagner aos críticos, o peemedebista foi enfático: “Não vejo motivo para intolerância a uma crítica. O governador tem que entender que quem está em posição de comando também tem a responsabilidade. Ele tem o hábito de usar o gerúndio, de dizer que está fazendo”. Para o pré-candidato, “basta o governador andar por ali que ele vai ouvir da população a crítica que o Caetano verbalizou”. Ao comentar a opinião do governador sobre a demora da decisão do PMDB em apoiar ou não a candidata Dilma Rousseff, Geddel retrucou: “às vezes eu acho que o governador Wagner termina se excedendo em algumas declarações. Ele termina dando pitaco no partido dos outros. Já tem tantos problemas no partido dele e quer se meter no dos outros”. Ele afirmou que tem conversado com lideranças nacionais do PT e deve marcar uma reunião com o presidente Lula para debater diversos assuntos.
BORGES PEDE QUE PINHEIRO ELEVE NÍVEL DO DEBATE
O senador César Borges (PR) encaminhou nota ao Bahia Notícias, em que solicita ao deputado federal Walter Pinheiro (PT) “elevar o nível do debate” sobre a questão do Pelourinho. O parlamentar petista considerou “idiota” a discussão sobre uma suposta “perseguição ideológica” do Partido dos Trabalhadores ao trabalho efetuado pelas gestões carlistas no Centro Histórico de Salvador, o que desagradou o presidente estadual republicano. “A crise do Pelourinho terá uma solução mais rápida se o debate for de teses, não de insultos”, criticou. Borges afirmou ainda que o seu entendimento ante o caso não é exclusivo, já que foi endossado por uma reportagem do jornal O Globo, intitulada “Na briga política da Bahia, Pelourinho é que sofre”, além do polêmico artigo de Caetano Veloso – genitor da discussão.
O deputado Geddel Vieira Lima, pré-candidato do PMDB ao governo da Bahia, foi entrevistado por Daniela Prata e Samuel Celestino, apresentadores do programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Tudo FM. Na oportunidade, o parlamentar respondeu sobre a polêmica – iniciada pelo cantor Caetano Veloso – em torno do Pelourinho: “Eu gosto muito de ir ao Pelourinho. Vou com minha família e a gente constata um abandono absoluto ali”, opinou. Sobre a resposta de Wagner aos críticos, o peemedebista foi enfático: “Não vejo motivo para intolerância a uma crítica. O governador tem que entender que quem está em posição de comando também tem a responsabilidade. Ele tem o hábito de usar o gerúndio, de dizer que está fazendo”. Para o pré-candidato, “basta o governador andar por ali que ele vai ouvir da população a crítica que o Caetano verbalizou”. Ao comentar a opinião do governador sobre a demora da decisão do PMDB em apoiar ou não a candidata Dilma Rousseff, Geddel retrucou: “às vezes eu acho que o governador Wagner termina se excedendo em algumas declarações. Ele termina dando pitaco no partido dos outros. Já tem tantos problemas no partido dele e quer se meter no dos outros”. Ele afirmou que tem conversado com lideranças nacionais do PT e deve marcar uma reunião com o presidente Lula para debater diversos assuntos.
BORGES PEDE QUE PINHEIRO ELEVE NÍVEL DO DEBATE
O senador César Borges (PR) encaminhou nota ao Bahia Notícias, em que solicita ao deputado federal Walter Pinheiro (PT) “elevar o nível do debate” sobre a questão do Pelourinho. O parlamentar petista considerou “idiota” a discussão sobre uma suposta “perseguição ideológica” do Partido dos Trabalhadores ao trabalho efetuado pelas gestões carlistas no Centro Histórico de Salvador, o que desagradou o presidente estadual republicano. “A crise do Pelourinho terá uma solução mais rápida se o debate for de teses, não de insultos”, criticou. Borges afirmou ainda que o seu entendimento ante o caso não é exclusivo, já que foi endossado por uma reportagem do jornal O Globo, intitulada “Na briga política da Bahia, Pelourinho é que sofre”, além do polêmico artigo de Caetano Veloso – genitor da discussão.
SOUTO DIZ QUE WAGNER É INTOLERANTE A CRÍTICAS
O pré-candidato democrata ao Palácio de Ondina Paulo Souto declarou em comunicado oficial que o governador Jaques Wagner não é muito bom em aguentar as críticas que são feitas ao seu mandato. Para o ex-gestor baiano, a postura democrática que o petista diz praticar em seu governo não combinam com a intolerância às críticas dos opositores. As reprovações feitas pelo cantor Caetano, Veloso, por exemplo, seriam elucidativas neste sentido e, vindas da classe artística. “Outro dia a vítima foi o escritor João Ubaldo Ribeiro, que se manifestou contra a ponte Salvador-Itaparica. Agora é Caetano. Por que será que o atual governador da Bahia não consegue assimilar a opinião de artistas e intelectuais, que geralmente possuem uma sensibilidade aguçada para analisar os problemas?”, questionou. Para Souto, a decisão de Wagner em estudar o que fazer com a situação periclitante do Centro Histórico apenas três anos e meio depois de começar o governo chega tarde demais.

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