quarta-feira, 26 de maio de 2010

SUCESSÃO ESTADUAL




26/05/2010

GEDDEL SE IRRITA E APONTA ‘MÉTODO CARLISTA’ DE WAGNER
As declarações do governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), em entrevista ao programa Canal Livre, da TV Bandeirantes, no último domingo, irritaram os adversários do petista na disputa ao governo baiano. Segundo Wagner, os métodos do PMDB baiano “são muito similares” aos utilizados pelo ex-senador Antonio Carlos Magalhães (DEM). Ele acusa ainda o governo passado de não se empenhar em pleitear em Brasília recursos para infraestrutura do Estado. As críticas incomodaram o ex-governador Paulo Souto (DEM) e o ex-ministro da Integração Geddel Vieira Lima (PMDB), que respondeu a comparação, acusando o petista de utilizar dinheiro público em propaganda. “Método carlista de governar é gastar R$ 109 milhões em propaganda enganosa, e destinar apenas R$ 26 milhões para a segurança pública”, rebateu Geddel. Na entrevista, o governador Jaques Wagner diz que o legado eleitoral carlista está vinculado ao ex-governador Paulo Souto, ao senador ACM Jr. e ao deputado federal ACM Neto. “A identidade do senador está no DEM, e o método está com o PMDB baiano”, sentenciou ele. (Terra)

GEDDEL DIZ QUE WAGNER IMPEDE LULA EM AJUDAR MAIS A BAHIA
O pré-candidato do PMDB ao governo do Estado, o deputado federal Geddel Vieira Lima, criticou a gestão do governador Jaques Wagner por, segundo ele, não trazer um maior volume de investimentos do governo federal para a Bahia. Em entrevista nesta segunda-feira, ao programa Balanço Geral, da TV Itapoan, o ex-ministro disse que o Presidente Lula não liberou mais recursos para o Estado, porque o governador não apresentou projetos.
“O presidente Lula sempre demonstrou o seu amor pela Bahia, mas o atual governador não tem capacidade para apresentar projetos e com isso, viabilizar recursos. O presidente poderia ter feito mais pela Bahia, se tivesse um governador reivindicando, cobrando, apresentando projetos”, ressaltou o peemedebista.
O ex-ministro disse ainda, na entrevista, que não utilizará nem Dilma nem Lula como “encosto”, criticando o discurso do governador sobre a amizade que tem com os dois petistas. “Não vou usar a candidatura da Dilma e nem o presidente Lula como encosto. O nosso governador sempre usou muito isso. Ele sempre coloca: ‘sou amigo do presidente Lula há 33 anos, fundei o sindicato com ele, o presidente me chama de galego’. Isso pode ser importante para a vaidade pessoal do governador, mas fundamentalmente, o que isso se reverte para a Bahia?”, indagou. (POLÍTICA LIVRE)

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Espaço aberto para o leitor contribuir com o debate de forma qualificada. (O autor da matéria comentada ou o editor do blog dará uma resposta explicativa ao comentarista sempre que houver necessidade, abaixo do comentário).