
24/05/2010
ALIADOS DE SERRA AINDA SONHAM COM AÉCIO PARA VICE
Em Minas Gerais, em ano eleitoral, é sabido que “decisão política só se toma depois que passa a procissão do Senhor morto”. A máxima foi perpetuada pelo precavido Tancredo Neves, que tinha a Semana Santa como prazo confortável para o início das costuras políticas decisivas. Pois a procissão do Senhor Morto, na sexta-feira da Paixão, passou há 51 dias e muitas decisões ainda estão por ser tomadas no Estado. Analistas do quadro sucessório entendem que a volta do neto de Tancredo, o ex-governador Aécio Neves (PSDB), a Minas, irá acelerar as negociações para a disputa ao governo do Estado e também para a corrida ao Palácio do Planalto. Aécio volta da viagem que fez ao exterior sob forte pressão para que aceite a vaga de vice na chapa presidencial do tucano José Serra. A última investida aconteceu na sexta-feira, 21, quando o PPS do deputado Roberto Freire voltou a defender que o seu nome é o ideal para fortalecer a chapa tucana. Leia mais no Terra Magazine.
ALIADOS DE SERRA AINDA SONHAM COM AÉCIO PARA VICE
Em Minas Gerais, em ano eleitoral, é sabido que “decisão política só se toma depois que passa a procissão do Senhor morto”. A máxima foi perpetuada pelo precavido Tancredo Neves, que tinha a Semana Santa como prazo confortável para o início das costuras políticas decisivas. Pois a procissão do Senhor Morto, na sexta-feira da Paixão, passou há 51 dias e muitas decisões ainda estão por ser tomadas no Estado. Analistas do quadro sucessório entendem que a volta do neto de Tancredo, o ex-governador Aécio Neves (PSDB), a Minas, irá acelerar as negociações para a disputa ao governo do Estado e também para a corrida ao Palácio do Planalto. Aécio volta da viagem que fez ao exterior sob forte pressão para que aceite a vaga de vice na chapa presidencial do tucano José Serra. A última investida aconteceu na sexta-feira, 21, quando o PPS do deputado Roberto Freire voltou a defender que o seu nome é o ideal para fortalecer a chapa tucana. Leia mais no Terra Magazine.
PP PERDERÁ ‘DIRETORIA FURA-POÇO’ SE APOIAR SERRA
O apoio do Partido Progressista à candidatura presidencial do tucano José Serra custará a perda de controle da poderosa diretoria de Abastecimento da Petrobras, a “diretoria que fura poço”, segundo a expressão celebrizada pelo ex-deputado Severino Cavalcanti. Foi ele inclusive quem indicou o atual diretor, Paulo Roberto Costa. Outro que perderá o cargo imediatamente é o ministro Márcio Fortes (Cidades). Um dos artífices do apoio do PP a Serra é senador Francisco Dornelles (RJ), presidente do partido e tio do ex-governador mineiro Aécio Neves. (CLÁUDIO HUMBERTO)
O apoio do Partido Progressista à candidatura presidencial do tucano José Serra custará a perda de controle da poderosa diretoria de Abastecimento da Petrobras, a “diretoria que fura poço”, segundo a expressão celebrizada pelo ex-deputado Severino Cavalcanti. Foi ele inclusive quem indicou o atual diretor, Paulo Roberto Costa. Outro que perderá o cargo imediatamente é o ministro Márcio Fortes (Cidades). Um dos artífices do apoio do PP a Serra é senador Francisco Dornelles (RJ), presidente do partido e tio do ex-governador mineiro Aécio Neves. (CLÁUDIO HUMBERTO)
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É o famoso toma-lá-dá-cá. Fisiologismo taí prá que?
DE JANEIRO A ABRIL DE 2010, GOVERNO FEDERAL GASTOU COM PUBLICIDADE 63,2% A MAIS DO QUE NO MESMO PERÍODO DO ANO PASSADO
De janeiro a abril de 2010, governo federal gastou com publicidade 63,2% a mais do que no mesmo período do ano passado. Nos quatro primeiros meses do ano, o governo federal gastou R$ 240,7 milhões com publicidade, 63,2% a mais do que no mesmo período de 2009, informa reportagem de Regina Alvarez na edição de O GLOBO desta segunda-feira. A legislação eleitoral proíbe gastos com publicidade institucional - que promove a imagem e as ações do governo - nos três meses que antecedem a eleição, mas as regras para o primeiro semestre do ano eleitoral são mais frouxas, abrindo espaço para gastos maiores neste período.
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Eleger sucessor dá muito trabalho e gasta-se muito...
TV ASSOCIA DILMA A LULA E ALAVANCA PETISTA
Mais uma vez as mudanças observadas na última pesquisa Datafolha para presidente da República refletem a volatilidade típica de uma disputa polarizada. Quando um protagonista ganha pontos, o outro perde. A novidade é que, pela primeira vez desde dezembro do ano passado, nota-se movimento no índice que mede o grau de influência da popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no desempenho da candidatura de Dilma Rousseff. Há cinco meses, o instituto monitora o peso do principal cabo eleitoral da petista sobre a intenção de voto. Na ocasião, considerando-se o cenário em que Ciro Gomes era excluído do quadro, 14% diziam que com certeza elegeriam o candidato apoiado por Lula, mas não votavam em Dilma por desconhecerem o fato de que ela era a candidata do presidente. Hoje, esse percentual é de 11%. O índice permaneceu praticamente inalterado até o mês passado. Em fevereiro, mesmo com a comunicação oficial da candidatura petista, o Datafolha revelava que o fator mais significativo para a aproximação entre Serra e Dilma dava-se por desgaste pontual do tucano. (Folha)
Mais uma vez as mudanças observadas na última pesquisa Datafolha para presidente da República refletem a volatilidade típica de uma disputa polarizada. Quando um protagonista ganha pontos, o outro perde. A novidade é que, pela primeira vez desde dezembro do ano passado, nota-se movimento no índice que mede o grau de influência da popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no desempenho da candidatura de Dilma Rousseff. Há cinco meses, o instituto monitora o peso do principal cabo eleitoral da petista sobre a intenção de voto. Na ocasião, considerando-se o cenário em que Ciro Gomes era excluído do quadro, 14% diziam que com certeza elegeriam o candidato apoiado por Lula, mas não votavam em Dilma por desconhecerem o fato de que ela era a candidata do presidente. Hoje, esse percentual é de 11%. O índice permaneceu praticamente inalterado até o mês passado. Em fevereiro, mesmo com a comunicação oficial da candidatura petista, o Datafolha revelava que o fator mais significativo para a aproximação entre Serra e Dilma dava-se por desgaste pontual do tucano. (Folha)

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