quarta-feira, 2 de junho de 2010

INTERNACIONAIS




02/06/2010

VÍDEO MOSTRA QUE ATIVISTAS ATACARAM MILITARES DE ISRAEL COM BARRAS DE FERRO
Imagens feitas por câmeras com infravermelho mostram que, no momento em que desembarcavam nos navios "humanitários" de origem turca, os militares israelenses foram agredidos pelos ativistas a golpes de bastões de ferro, facas etc, provocando a reação desproporcional deles, que abriram fogo. A abordagem das Forças de Defesa de Israel aos navios frustrou o plano dos ativistas de "furar" o bloqueiro marítimo imposto a Gaza. Apesar da advertência de que não passariam, os ativistas desafiaram o veto israelense. O bloqueio começou há três anos, quando Israel descobriu que "missões humanitárias" levavam a grupos radicais e a terroristas palestinos, junto com mantimentos, armas, munições e explosivos utilizados em atentados. (CLÁUDIO HUMBERTO)

MILITARES DE ISRAEL ADMITEM ERROS EM AÇÃO CONTRA NAVIOS
Inteligência falha, equipamentos e táticas erradas. Os militares de Israel reconheceram na terça-feira ter cometido grandes erros na abordagem desastrosa de um barco de ajuda humanitária com destino a Gaza, na qual tropas de elite mataram nove ativistas internacionais .
Embora os israelenses tenham tomado partido de seus militares perante a fúria estrangeira, a recriminação doméstica - com as palavras "Fiasco" e "Desordem" dominando as manchetes dos jornais - revelou uma erosão na confiança que fez lembrar os reveses sofridos na guerra do Líbano de 2006.
Assim, em meio à crescente condenação ao ataque, Israel anunciou nesta terça-feira que irá deportar imediatamente os centenas de ativistas estrangeiros detidos a bordo do comboio.
Autoridades israelenses afirmaram que todos os 680 ativistas serão libertados, incluindo duas dezenas que haviam sido ameaçadas por Israel de serem julgadas pela acusação de atacar os soldado. (ESTADÃO)

AMORIM EXIGE QUE ISRAEL LIBERTE BRASILEIRA
O ministro das Relações Exteriores brasileiro, Celso Amorim, emitiu comunicado oficial a Israel em que exige de maneira “imediata e incondicional” a libertação da cineasta Iara Lee, uma das ativistas presas durante ataque do país a um comboio humanitário nesta segunda (31). Amorim alega que a ONU também sustenta esta exigência e que o país não pode esperar para ter sua compatriota de volta à terra. “Não só porque ela é uma cidadã brasileira totalmente pacífica e pacifista, mas também porque é uma exigência da ONU de que todos que foram presos devem ser liberados imediatamente”, escreveu o chanceler. O ministro disse que, em contato com a diplomacia nacional em seu cativeiro, Iara Lee relatou ter se recusado a assinar um documento em que declarava que havia entrado em Israel ilegalmente. “Ela disse que não poderia ser liberada logo porque ela não quis assinar um documento que diria que ela entrou em Israel ilegalmente. O que é absurdo, porque ela foi presa em águas internacionais”, afirmou Amorim.
A diplomacia brasileira se supera em mais um (triste) episódio internacional: primeiro condena um lado, depois pede “diálogo”. (O GLOBO)

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