quinta-feira, 3 de junho de 2010

INTERNACIONAIS



03/06/2010

PREMIÊ DE ISRAEL DIZ QUE CRÍTICAS A ATAQUE A FROTA SÃO ‘HIPOCRISIA’
O premiê israelense, Binyamin Netanyahu, disse nesta terça-feira que Israel manterá o bloqueio à Faixa de Gaza e que as críticas ao ataque de segunda-feira, no qual forças do país mataram nove ativistas em águas internacionais, são “hipocrisia”. “Mais uma vez, Israel enfrenta hipocrisia e um julgamento apressado e parcial”, disse ele em pronunciamento à TV.
Netanyahu disse que os militares israelenses “não tinham opção” a não ser impedir a chegada dos barcos que tentavam furar o bloqueio a Gaza, levando ajuda humanitária aos palestinos. “Não eram barcos do amor, eram barcos do ódio”. O premiê disse que Israel deve manter o bloqueio, controlando tudo o que entra no território palestino, para evitar que Gaza se transforme em um “porto iraniano no Mediterrâneo”. (BBC Brasil)

ISRAEL DIZ TER LIBERTADO ATIVISTAS
Todos os ativistas da frota humanitária com ajuda a Gaza detidos na segunda-feira pelo Exército de Israel já deixaram a prisão para serem deportados, anunciou nesta quarta-feira (2) um porta-voz da administração penitenciária israelense. A cineasta e ativista brasileira Iara Lee estava no barco. Segundo informações da Embaixada do Brasil em Israel, ela já passou pela imigração e está esperando a saída do vôo que a levará a Istambul do aeroporto de Ben Gurion, em Tel Aviv. (ALÉM DA NOTÍCIA)

CHÁVEZ: "GUERRA ECONÔMICA" CONTRA EMPRESAS PRIVADAS
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, se declarou nesta quarta-feira em "guerra econômica" contra o empresariado, enquanto o país entra no seu segundo ano de contração econômica e alguns trabalhadores rejeitam suas ameaças de nacionalização da indústria.
Num ambiente político que vai se crispando conforme se aproxima a eleição legislativa de setembro, o presidente intensificou seus ataques contra o maior conglomerado alimentício do país, as Empresas Polar.
Chávez acusa os empresários de esconderem alimentos básicos para aumentar os preços e desestabilizar o seu governo.
-Burguesia apátrida (...), me declararam a guerra econômica, pois me declaro em guerra econômica e chamo o povo e os trabalhadores - disse Chávez em visita a uma fábrica de óleo no oeste do país, nacionalizada há um ano e meio.
- Vamos ver quem pode mais: se vocês, burgueses de meia tigela, burgueses sem pátria, ou nós (...). Os que quiserem a pátria que venham conosco - gritou. (O GLOBO)
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Uma vez mais esse tiranete tenta encontrar culpados para os seus fracassos. Hoje a Venezuela, um país rico, tem uma moeda desvalorizada, está no segundo ano de recessão e estagnação econòmica, e tem a mais alta taxa de inflação da América do Sul. Se não for logo contido ou apeado do poder, a Venezuela vai pagar um preço altíssimo pelas estultices praticadas por Chávez.

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