
01/06/2010
MARINA DIZ QUE RECEBERÁ DINHEIRO DE INTERNAUTAS
A pré-candidata do Partido Verde à Presidência da República, Marina Silva, afirmou nesta segunda-feira (31) que receberá doações individuais de eleitores, por meio da internet. Ela também prometeu que o financiamento de sua campanha será feito de modo transparente, mas não detalhou como isso acontecerá. Ela acrescentou não saber com que velocidade os dados de financiamento de campanha serão disponibilizados para o público. (BN)
MARINA DIZ QUE RECEBERÁ DINHEIRO DE INTERNAUTAS
A pré-candidata do Partido Verde à Presidência da República, Marina Silva, afirmou nesta segunda-feira (31) que receberá doações individuais de eleitores, por meio da internet. Ela também prometeu que o financiamento de sua campanha será feito de modo transparente, mas não detalhou como isso acontecerá. Ela acrescentou não saber com que velocidade os dados de financiamento de campanha serão disponibilizados para o público. (BN)
EM CULTO EVANGÉLICO, MARINA SILVA DIZ QUE NÃO USARÁ IGREJA COMO PALANQUE E PEDE A FIÉIS QUE NÃO ’SATANIZEM’ SERRA E DILMA
A pré-candidata do PV à Presidência, Marina Silva, participou neste domingo de um culto da Assembleia de Deus, em Mogi Guaçu, no interior de São Paulo. Apesar de os discursos que a antecederam terem tido clara conotação eleitoral, ela disse que não vai usar a igreja para fazer campanha. - Eu tenho dito que não vou fazer do púlpito palanque. Por isso, fiz questão de falar aqui com a palavra de Deus – disse Marina, que é evangélica. O pastor Dilmo dos Santos, candidato a deputado estadual, praticamente “elegeu” Marina em sua fala. – A senhora não será a futura, mas a próxima presidente do Brasil – afirmou. Em quase 40 minutos de pronunciamento, Marina se limitou a falar de sua trajetória de vida, sempre pontuada por trechos da Bíblia. Somente no final, ela fez referência às eleições. Depois de assumir o compromisso de não misturar religião e política, a pré-candidata pediu aos presentes que não “satanizassem” José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT), seu adversários na corrida ao Palácio do Planalto. (O Globo)
SERRA CRITICA POLÍTICAS CAMBIAL E MONETÁRIA DE LULA
O pré-candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, voltou a criticar hoje o descompasso entre as políticas cambial e monetária que, segundo ele, vem sendo mantido pelo governo. De acordo com Serra, em um eventual mandato tucano, haverá uma combinação favorável das duas variáveis macroeconômicas que passa, entre outras coisas, pelo entrosamento das equipes do Banco Central (BC) e do Ministério da Fazenda. A declaração de Serra transparece um tom de crítica às divergências conhecidas entre os pensamentos do BC e da Fazenda.
O presidenciável do PSDB também criticou a política de investimentos governamentais, que segundo ele só não é menor que os investimentos feitos pelo governo da ex-república soviética do Usbequistão. De acordo com o tucano, para que o País chegue em 2040 entre as cinco economias mais fortes do planeta é preciso que o Produto Interno Bruto (PIB) cresça a uma taxa de 4,5% ao ano e de forma sustentada, com o investimento total do País ultrapassando 20% do PIB ante à taxa de pouco mais de 18% praticada atualmente. (Agência Estado)
SERRA PREVÊ DESAFIOS PARA SER 5ª ECONOMIA
O pré-candidato à presidência da República pelo PSDB, José Serra, afirmou, durante o Fórum Exame na tarde desta segunda-feira (31), que o Brasil tem um longo caminho pela frente para chegar a ser a quinta maior economia do mundo. "Para chegar em 2040 nessa posição, precisamos crescer com uma taxa sustentada de 4,5% ao ano", disse o tucano. O ex-governador lembrou, no entanto, que na época em que o crescimento per capita era de 7% ao ano, a população brasileira ainda crescia entre 2,5 e 3%. Depois, em coletiva com jornalistas, ele disse que seria preciso uma taxa de 20% de investimento público para conquistar a posição. Segundo o tucano, com a taxa de investimento em infraestrutura atual “não teremos como chegar nesse crescimento desejado.” (BN)
SERRA E DILMA BUSCAM ALIANÇAS INCÔMODAS POR VOTOS
A cerca de quatro meses das eleições, os dois principais pré-candidatos à Presidência, Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), têm um ponto em comum: as alianças nacionais e regionais “envergonhadas”. São aqueles apoios constrangedores, mas necessários para a caminhada eleitoral. Dilma já distribuiu afagos ao ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho, pré-candidato do PR ao governo. Parte do PT não gostou e outra respaldou. Garotinho e sua mulher, a ex-governadora Rosinha Matheus, são investigados por suposto envolvimento em corrupção, como o uso de ONGs para desvio de dinheiro público, entre outras suspeitas. Na quinta-feira, o casal foi cassado pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Rio por abuso do poder econômico e uso indevido de meio de comunicação nas eleições de 2008. Se a decisão for confirmada, eles ficarão inelegíveis até 2011. Mesmo assim, Dilma quer os votos de Garotinho, embora caminhe para um apoio oficial à reeleição de Sérgio Cabral (PMDB). (R7)
DILMA PROMETE BÔNUS NA PREVIDÊNCIA
A pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, sinalizou nesta segunda-feira (31) que, se eleita, poderá propor mudanças na Previdência Social que incluam um prazo mais longo de contribuição. "O tal do bônus demográfico nada mais é do que isso: a sua população em idade de trabalho ativo é maior que sua população dependente, jovem, criança e velho. Mas a terceira idade, a terceira idade está ficando difícil. A gente vai ter que estender ela um pouco mais para lá", disse Dilma. (BN)
DILMA PREVÊ EXPANSÃO DE 5% PARA PAÍS MUDAR DE PATAMAR
Convidada a comentar como o Brasil poderá chegar à posição de quinta economia mundial, a pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, disse nesta segunda-feira que, ao final de um possível governo seu, em 2014, a economia apresentará um crescimento de 5,5%. A alavancagem da economia aliada à distribuição de renda, afirmou, é a prerrogativa para alcançar um novo patamar frente aos demais países. “Nós podemos prever, pelo menos em 2014, uma taxa em torno de 5,5% de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), com investimento de 22%”, disse Dilma em palestra promovida pela revista Exame em que seu principal oponente, José Serra (PSDB), também participa. (Reuters)
DILMA DIZ QUE COORDENAÇÃO DE SUA CAMPANHA AVALIA PERMANÊNCIA DE TESOUREIRO
A pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, afirmou no início da tarde desta segunda-feira que a coordenação de sua campanha está “avaliando” a permanência de seu tesoureiro, José de Filippi Junior, ex-prefeito de Diadema, no cargo. Ele ocupou a tesouraria da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva ao Planalto.
Filippi foi condenado pelo TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo a devolver aos cofres de Diadema cerca de R$ 2 milhões. Os valores foram pagos pela contratação, sem licitação, do escritório de advocacia do advogado Luiz Eduardo Greenhalgh. O escritório foi contratado pela prefeitura de Diadema entre 1983 e 1996. (Folha)
MPE ACUSA PT E DILMA DE ANTECIPAR CAMPANHA EM PROPAGANDA DO PT
O Ministério Público Eleitoral (MPE) protocolou nesta segunda-feira representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o Partido dos Trabalhadores e a pré-candidata da legenda à Presidência da República, Dilma Rousseff por antecipação de campanha. O procurador-geral eleitoral, Roberto Gurgel, afirma que o PT fez propaganda eleitoral antecipada em favor de Dilma nas inserções veiculadas em cadeia de televisão nos dias 6, 8 e 11 de maio. Além do MPE, o PSDB também já questionou essas inserções na justiça eleitoral. (G1)
EX-MINISTRO DO TSE DIZ QUE LULA USA GOVERNO EM FAVOR DE DILMA ROUSSEFF
O ex-presidente do Tribunal Superior Eleitoral Carlos Mário Velloso disse nesta segunda (31) que o presidente Lula usa o governo para promover a candidatura da petista Dilma Rousseff. Segundo ele, a Justiça Eleitoral já alertou multando a utilização da imagem institucional da Presidência na campanha de Dilma. Velloso defendeu ainda, segundo o iG, rigor na punição ao uso da máquina pública a favor de candidatos e afirmou que acredita, inclusive, na possibilidade de cassação de um presidente eleito com uso de tal recurso. (CLÁUDIO HUMBERTO)

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