BAHIA MANTÉM LIDERANÇA NO NE COM 17.193 EMPREGOS GERADOS EM 2011
A Bahia mantém a liderança em relação ao número de empregos gerados com carteira assinada no Nordeste com 17.193 no acumulado do ano (de janeiro a março), que incorpora as informações declaradas fora do prazo. Os dados foram divulgados nesta terça-feira pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego. Em março, foram gerados 2.758 novos postos de trabalho, sendo o único estado do Nordeste com saldo positivo. Os setores que mais se destacaram foram os da Agropecuária (+ 1.648) e da Construção Civil (+1.222) e Serviços (+684). A Região Metropolitana de Salvador (RMS) registrou acréscimo de 350 empregos formais (+0,04).
OESTE GANHA PARQUE TECNOLÓGICO
Do país oriental, de onde chegou no último domingo, o governador Jaques Wagner (PT) trouxe boas novas, a exemplo do investimento inicial de R$ 300 milhões de um montante de R$ 4 bilhões da empresa Chongqing Red Dragonfly Oil Co. para construção de um parque industrial de esmagamento de soja e produção de derivados no município de Barreiras, no oeste baiano. O empreendimento atenderá os anseios dos produtores de Barreiras e demais cidades da região que há muito reivindicam pela produção e também industrialização na região. Apesar de ser um dos maiores produtores de grãos do país, o oeste baiano era carente da parte industrial. Com isso, praticamente toda safra colhida era escoada para outros estados. “Eu tenho dito aos chineses que o interesse nosso não é vender o produto in natura, mas, sim, agregar valor fazendo a verticalização da cadeia”, afirmou Jaques Wagner, o único governador convidado para integrar a comitiva pela presidente Dilma Rousseff (PT). Leia mais na Tribuna.
GOVERNO GASTA R$ 40 MIL COM MST
A ocupação do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST) no Centro Administrativo da Bahia (CAB) já provocou um rombo superior a R$ 40 mil aos cofres públicos. Esse valor foi calculado até a última sexta-feira, porém, até o momento, a Secretaria Estadual de Agricultura (Seagri) não informou o que realmente foi gasto com infraestrutura e alimentação para os sem-terra acampados. Desde a última segunda-feira, o governo financia parte da alimentação, com o fornecimento de 600 kg de carne por dia; além de bancar o aluguel de 30 banheiros químicos e dos toldos utilizados como barracões pelos manifestantes, que estão acampados na frente da sede da Seagri. A justificativa para as doações é de que o Estado precisa garantir a preservação do patrimônio público e assegurar as condições dignas de alimentação e higiene dos mais de três mil sem-terra que participam da ocupação. Segundo a assessoria da Seagri, o grupo de manifestantes pediu ajuda ao governo já na primeira noite, quando cerca de 1.500 sem-terra montavam acampamento no local. Leia mais na Tribuna.




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