O Japão decretou uma "zona proibida" em um raio de 20 km em torno da usina nuclear de Fukushima 1, divulgou o primeiro-ministro Naoto Kan. O premier fez o anúncio por ocasião de sua visita à central nuclear atingida por um tsunami no dia 11 de março passado, após um terremoto de 9 graus que abalou o nordeste do Japão.
A interdição, que entrará em vigor na madrugada de sexta-feira, visa a permitir um controle mais efetivo da zona. Ao inspecionar milhares de casas na região, a polícia descobriu mais de 60 famílias vivendo dentro do raio de 20 km em torno de Fukushima, apesar do risco radioativo.
A Tokyo Electric Power (Tepco), operadora de Fukushima, prevê um prazo de três meses antes da queda dos níveis de radioatividade na zona da central nuclear, e entre seis e nove meses para esfriar os reatores.
BZ-Para um país com grande população e pequena área geográfica, uma "zona proibida" dessas, deixando milhares de hectares sem condições de produzir nada, signifca um enorme transtorno.
BZ-Para um país com grande população e pequena área geográfica, uma "zona proibida" dessas, deixando milhares de hectares sem condições de produzir nada, signifca um enorme transtorno.
NIGÉRIA: CONFLITO PÓS-ELEIÇÃO JÁ MATOU 200
Uma série de manifestos após a eleição presidencial, que ocorreu pela primeira desde 1999, já causou a morte de 200 pessoas e deixou 48 mil refugiados, de acordo a Cruz Vermelha nigeriana. O conflito se deu após o resultado anunciar a vitória de Goodluck Johnathan, cristão oriundo da região sul do país, que concorreu contra o general Muhammadu Buhari, representante da maioria islâmica do norte. Buhari declarou, de acordo com a BBC, que irá contestar os resultados pela suspeita de fraude eleitoral. Observadores internacionais afirmaram que as eleições do país foram “razoavelmente justas”. A apreensão agora é de que o conflito até então político-eleitoral se torne por motivações de etnia e religião, como é comum na áfrica subsaariana.
LÍBIA: EUA ADMITEM DOAR R$ 25 MI PARA REBELDES
Pela primeira vez durante o período de conflitos na Líbia, os Estados Unidos admiram publicamente a intenção de doar cerca de R$ 25 milhões para as forças rebeldes da Líbia que tentam depor o ditator Muammar Kadafi. Nesta quarta-feira (20) um anúncio do governo estadunidense confirmou que um auxílio “não letal” seria enviado, o que incluiria veículos, rádios, equipamentos médicos, e kits com refeições para soldados. O anúncio foi feito no mesmo dia em que foi noticiado a morte do cineasta Tim Hetherington na cidade de Misrata. Também nesta quarta, os governos do Reino Unido, Itália e França anunciaram uma operação militar em território líbio. O conflito já chegou ao seu segundo mês. Informações da BBC Brasil.
PATRIOTA APOIA MUDANÇAS EM CUBA
As mudanças estruturais na política e economia de Cuba estão sendo acompanhadas pelo governo do Brasil. Para o ministro Antonio Patriota (Relações Exteriores) a abertura da economia, a renúncia do ex-presidente cubano Fidel Castro ao comando do Partido Comunista (PCC) e outras mudanças anunciadas recentemente são positivas. Segundo o chanceler, Cuba passa por um “momento de transição importante”. O porta-voz do Itamaraty, Tovar Nunes, disse à Agência Brasil que o chanceler brasileiro elogiou as mudanças anunciadas nos últimos dias pelo governo do presidente de Cuba, Raul Castro. “É um momento de transição importante que o Brasil apoia”, disse Patriota, por meio do assessor. “Cuba é um país próspero e sólido”, afirmou o ministro, segundo Nunes. (Claudio Humberto)
BZ-Mudanças, que mudanças?





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