quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

INTERNACIONAIS

25/01/2012

JAPÃO REGISTRA SEU PRIMEIRO DÉFICIT COMERCIAL EM 31 ANOS
DA EFE
O Japão registrou em 2011 um déficit comercial de 2,49 trilhões de ienes (US$ 32 bilhões) devido ao arrefecimento das exportações e à persistente valorização do iene, em seu primeiro saldo negativo em mais de 31 anos.
Em 2011, a balança comercial registrou queda de 2,7% nas exportações, a 65,55 trilhões de ienes (US$ 842 bilhões), informou o governo japonês nesta quarta-feira.
Já as importações aumentaram 12%, a 68,05 trilhões de ienes (US$ 874 bilhões), segundo o relatório preliminar apresentado pelo Ministério das Finanças.
BZ-O Japão está sendo superado por China, Índia, etc..., que copiaram o modelo japones: produtos melhores, com tecnologia mais desenvolvida e preços cada vez ,ais baixos.  

OBAMA FAZ ALERTA AO IRÃ E PROPÕE AUMENTAR IMPOSTO DOS MAIS RICOS
Denise Crispim/Estadão
WASHINGTON - Em seu terceiro discurso sobre o Estado da União, na noite de terça-feira, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, teve o cuidado de não declarar a vitória americana no Iraque nem de reforçar seu plano de retirada de tropas do Afeganistão até o final de 2014. Cauteloso, celebrou a Primavera em países árabes, mas sublinhou sua "incerteza" de como "essa incrível transformação terminará".
Em tom mais acertivo, estampou a continuidade da guerra contra o terrorismo "do Paquistão ao Iêmen", um possível conflito militar dos EUA contra o "isolado" Irã e a inevitável derrubada de Bashar al-Assad, presidente da Síria. "O regime (iraniano) está mais isolado que nunca; seus líderes enfrentam sanções devastadoras e, enquanto eles não assumirem suas responsabilidades, essas pressões não reduzirão", afirmou, ao elogiar os esforços da diplomacia americana. "Não vou deixar dúvidas: a América está determinada a evitar que o Irã tenha arma nuclear, e eu não vou tirar as opções da mesa para alcançar esse objetivo", completou Obama, para em seguida salientar sua preferência por uma "solução pacífica".
Impostos. Com a reeleição como maior desafio em 2012, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, confrontou a maioria republicana no Congresso com uma agenda econômica desenhada na medida para agradar o eleitorado democrata. Sua posição foi expressa em detalhes ao longo de seu discurso de uma hora de duração sobre o Estado da União, na noite de terça-feira. Obama defendeu o aumento de impostos sobre contribuintes mais ricos e a concessão de incentivos fiscais para os setores manufatureiro e de energia limpa. Ambas as iniciativas já foram obstruídas pelos republicanos, detentores de maioria na Câmara dos Deputados.


LÍDER DA OPOSIÇÃO ABANDONA DISPUTA PRESIDENCIAL NA VENEZUELA
Folha.com
Um dos líderes da oposição mais conhecidos da Venezuela, o ex-prefeito de Caracas Leopoldo López, retirou-se da disputa presidencial no país e vai apoiar o governador Henrique Capriles Radonski, disseram fontes em ambos os campos.
"É verdade. Ele explicará sua decisão mais tarde ainda hoje, mas basicamente o governo tornou as coisas impossíveis para ele", disse um assessor de López à Reuters nesta terça-feira, referindo-se a uma proibição de o político assumir o cargo.
BZ-Assim age o "democrático" guru da Venezuela...



APÓS CRISE, MUNDO TEM QUASE 200 MILHÕES DE DESEMPREGADOS
O mundo tem quase 200 milhões de desempregados - após a crise de 2008 nos Estados Unidos e seus desdobramentos até a crise do euro -, o equivalente a 6% da força de trabalho, segundo relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) divulgado nesta terça-feira (24). Cerca de 16% da população de Salvador faz parte desta estatística. O relatório diz que a retomada do mercado de trabalho, iniciada em 2009, foi de curta duração e que ainda existem mais de 27 milhões de trabalhadores desempregados do que no início da crise. Segundo o relatório, será preciso criar 600 milhões de empregos, na próxima década, para manter o crescimento mundial sustentável e “coesão social”, diz o documento anual cujo título é Tendências Mundiais de Emprego 2012: prevenir uma crise mais profunda de empregos. Os jovens continuam entre os mais atingidos pela crise. Ainda de acordo com a OIT, 74,8 milhões de pessoas entre 15 e 24 anos estavam desempregadas em 2011, um aumento de mais de 4 milhões desde 2007.

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