FOLHA DE SÃO PAULO
Em entrevista ao jornalista Kennedy Alencar no programa "É Notícia" (Rede TV!), o ministro Jorge Hage, da Controladoria-Geral da União, falou sobre o combate à corrupção no Brasil.
Segundo ele, agilizar o julgamento dos processos, eliminando os excessos de recursos seria uma saída. "O sistema oferece tantos meios de protelação dos processos, que o corrupto --com mais dinheiro-- consegue explorar todas as possibilidades na lei", disse.
O ministro afirmou ainda que no Brasil, o corrupto ainda não acredita que será punido. Hage defendeu ainda a imprensa livre e o agravamento das penas para quem cometer corrupção.
BZ-Concordamos com o minstro Jorge Hage. A impunidade é um dos grandes incentivos à corrupção.
Cabe ao PMDB, maior bancada do Senado, a indicação do presidente do conselho de ética da Casa, mas o problema é que não há entre os pretendentes ao cargo ninguém com ficha limpa ou que não responsa a processos no Supremo Tribunal Federal ou no Superior Tribunal de Justiça. Essa é a principal dificuldade do líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), para definir quem vai presidir o colegiado. Por essa razão, é provável que o partido acabe por escolher um senador de outro partido da base aliada, como Vicentinho Alves (PP-TO), ou mesmo de oposição, como Cyro Miranda (PSDB-GO). Único senador do PMDB que topa a parada, Vital do Rego (PB) é o atual corregedor da Casa e não pode acumular as funções, até porqe, como eventual denunciante de um colega, não teria isenção para presidir o conselho. (CLÁUDIO HUMBERTO)
BZ-Ainda bem que o velho Ulysses Guimarães, o grande timoneiro do PMDB já morreu. Se vivo estivesse, morreria de vergonha do comportamento de seus partidários. Mas o pior, é que os otros partidos, com raraz exceções, não são diferentes do PMDB.
BZ-Ainda bem que o velho Ulysses Guimarães, o grande timoneiro do PMDB já morreu. Se vivo estivesse, morreria de vergonha do comportamento de seus partidários. Mas o pior, é que os otros partidos, com raraz exceções, não são diferentes do PMDB.
O Senado abriu licitação para gastar até 106 000 reais na compra de “gêneros alimentícios de primeira necessidade” para o gabinete de José Sarney e para o atendimento das excelências no cafezinho do plenário da Casa. Depois de bancar o celular, o carro, o restaurante, as viagens, o plano vitalício e integral de saúde e toda sorte de benesses, descobre-se agora que o Senado banca (com o seu dinheiro) até o Nescau das excelências. Na lista de 29 itens que deverão ser fornecidos ao Senado no prazo de um ano, consta, por exemplo, a previsão de gasto de 728 reais com achocolatado em pó, 10 560 em adoçante, 2 600 em biscoito de leite e 1 470 no chá de boldo, além de outros produtos como sucos, leite, café solúvel, queijo e presunto. (Radar on-line/ Veja)
BZ-É impressionante como esses políticos inventam coisas para sugar recursos do já sofrido povo brasileiro. A sociedade deve tomar ciência disso, e pressionar pelo fim de tais privilégios abusivos, tal qual pressionou contra a existência do 14o. e 15o. salários.




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