DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO ANUNCIA LIBERAÇÃO DE R$ 31 MILHÕES PARA COMBATER A SECA
O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) anunciou, nesta terça-feira (10), mais R$ 31 milhões em investimentos para combater os efeitos da seca que atinge a Bahia. O anúncio foi feito pelo ministro Pepe Vargas durante a entrega de 53 retroescavadeiras do PAC 2 a 55 municípios baianos no auditório do Departamento de Infraestrutura de Transporte da Bahia (Derba) em Feira de Santana, segunda maior cidade da Bahia. O governador do estado, Jaques Wagner, também participou do evento. O repasse, proveniente de emenda parlamentar apresentada pela base de deputados federais baianos na Câmara, será destinado à compra de máquinas retroescavadeiras, motoniveladoras, bombas e cataventos para retirada de água de poços com água salinizada - o líquido é impróprio para consumo humano, mas pode ser consumido por animais. Na ocasião, Pepe Vargas salientou que, até esta segunda-feira (09), os produtores dos municípios que perderam mais de 50% da produção já haviam recebido R$ 45 milhões do Garantia-Safra, seguro que prevê a entrega de recursos não-reembolsáveis a quem perdeu sua produção. A liberação dos recursos beneficia mais de 71 mil agricultores baianos. “Essas ações vão minimizar o sofrimento de nosso povo”, disse o governador Jaques Wagner, que comemorou a vinda do ministro ao estado e as parcerias assinadas com o ministério.
BZ-Além de retroescavadeiras, necessitamos perfuratrizes para abrir poços artesianos, conjuntos de motobombas para irrigação e assistência técnica.
MINISTRO DIZ QUE É PRECISO PRIVILEGIAR TRENS E HIDROVIAS NO TRANSPORTE DE CARGA
O ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, defendeu hoje, ao participar da abertura da 18º Intermodal South America – Feira Internacional de Logística, Transporte de Cargas e Comércio Exterior, o fortalecimento dos modais ferroviário e hidroviário como meios de transporte de carga para desafogar as rodovias brasileiras. Segundo ele, a área de transportes é campeã na utilização de combustíveis fósseis e há razões econômicas e também do ponto de vista da eficiência energética para mudar esse quadro. “O Brasil ainda não conseguiu, mesmo no campo rodoviário, estruturar a sua rede básica de transportes e há um grande desafio a ser vencido. É um equívoco imaginar que, ao investir nos transportes ferroviário e hidroviário, haveria um encolhimento dos prestadores de serviço rodoviário. Isso não acontecerá no Brasil, porque o transporte rodoviário tem sua esfera de atuação que é intransferível”, disse.
BZ-Esta conversa é do trempo em que a gasolina era barata. Há muito que se fala no transporte marítimo, fluvial e ferroviário, e tudo fica na conversa. Oxalá desta vez a coisa seja prá valer.



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