JUAZEIRO: PREFEITURA É ALVO DE AÇÃO POR DESPEJAR ESGOTO NO RIO SÃO FRANCISCO
O Ministério Público Federal (MPF) no Polo Petrolina/Juazeiro ajuizou ação civil pública contra o município de Juazeiro, no norte da Bahia, pelo despejo de cerca de 45% do esgoto da cidade diretamente no rio São Francisco, sem qualquer tratamento prévio. Também são alvos da ação o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAEE) e o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema). O caso está sob a responsabilidade do procurador da República Alfredo Carlos Gonzaga Falcão Jr. De acordo com o MPF, o município já contabilizou diversos convênios com instituições federais e, por consequência, recebeu vultosas verbas, mas o despejo do esgoto ainda está ocorrendo de maneira inadequada. Um inquérito civil público foi instaurado pelo MPF em 2007 para apurar a ocorrência de danos ambientais provenientes do lançamento dos efluentes no rio pelo SAEE. Além do despejo, foi observado que as estações de tratamento de esgoto e de água não dispõem do devido licenciamento ambiental para funcionar, o que impossibilita a aferição adequada dos eventuais riscos e danos provenientes das atividades. (Correio*)
BZ-A exemplo de Juazeiro, muitas outras cidades tem a mesma prática.
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| Os quatro prefeitos |
CAPIM GROSSO: EMPOSSADO O 4º PREFEITO EM MENOS DE 4 ANOS
O vice-prefeito de Capim Grosso, Sivaldo Rios (PSDB), assumiu na manhã desta quarta-feira (19) a administração do município do norte baiano, após a ex-prefeita Lídia Fontoura Pinheiro (PSD) renunciar ao cargo. O novo gestor foi empossado em uma cerimônia na Câmara de Vereadores. “Acredito que não terei grandes dificuldades em continuar com a gestão que Lídia começou, já que sempre trabalhamos juntos na administração do município”, afirmou, em entrevista ao Calila Notícias. O tucano é o quarto alcaide a governar a cidade desde as eleições municipais de 2008. O prefeito eleito na época, Itamar da Silva Rios (DEM), renunciou ao cargo para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa da Bahia. Em seu lugar assumiu o vice João Dias, mas afastado pela Justiça Eleitoral, cinco meses após sentar na cadeira. Segunda colocada no pleito, Lídia assumiu o comando da prefeitura, mas renunciou nesta segunda (16). De acordo com correligionários e amigos da ex-prefeita, o motivo que a levou a desistir do cargo, e nem tentar mais concorrer à reeleição, foram possíveis problemas financeiros enfrentados atualmente, principalmente por conta da seca que castiga todo o território da Bacia do Jacuípe. O município, que arrecada cerca de R$ 3 milhões por mês, enfrenta uma das piores secas dos últimos anos.



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