quarta-feira, 18 de abril de 2012

INTERNACIONAIS

18/04/2012

DOENÇA DE CHÁVEZ CUSTOU US$ 12 MILHÕES, CALCULA OPOSIÇÃO
CARACAS — Viagens no avião presidencial, acompanhado de uma comitiva que conta sempre com, no mínimo, 45 pessoas, visitas constantes de ministros e transmissões de televisão, via satélite, a partir de Cuba. Os gastos para o tratamento contra o câncer do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, custaram até agora cerca de US$ 12 milhões (R$ 22,3 milhões) aos cofres públicos, segundo levantamento do deputado da oposição e secretário-geral do Partido Projeto Venezuela, Carlos Berrizbeitia.
— O presidente viola a soberania ao transferir o governo venezuelano para Cuba e, ainda assim, não se conhece um único boletim médico de sua condição. A prioridade do governo não são os problemas da Venezuela, mas que Chávez chegue vivo ao 7 de outubro — disse o opositor, em referência à data marcada para as eleições presidenciais.

PYONGYANG REJEITA CONDENAÇÃO DA ONU E ROMPE ACORDO COM EUA
A Coreia do Norte rejeitou a condenação do Conselho de Segurança da ONU a seu recente lançamento de um foguete e também anunciou oficialmente a ruptura do acordo assinado em fevereiro com os Estados Unidos.
"Rejeitamos taxativamente o proceder injusto do Conselho de Segurança da ONU, que tenta pisotear o legítimo direito da República Popular Democrática da Coreia a lançar satélites", reza o comunicado da Chancelaria norte-coreana divulgado pela agência estatal KCNA.
O documento, que defende as intenções pacíficas do lançamento do foguete (pôr em órbita um satélite de observação terrestre, segundo o regime comunista), denuncia o abuso de poder dos EUA como membro permanente do Conselho de Segurança. (IG)
BZ-Pior para o povo norte coreano, que passa fome, para que seu tirano possa exibir poderio militar.


EXPROPRIAÇÃO É FORMA DE DISFARÇAR CRISE NA ARGENTINA, DIZ REPSOL
O governo de Cristina Kirchner decidiu expropriar parte petroleira YPF no país, filial da espanhola Repsol, para “tapar a crise social e econômica que o paíse enfrenta, afirmou o presidente da empresa, o espanhol Antonio Brufau. “A expropriação é apenas uma forma de tapar a crise social e econômica que a Argentina está enfrentando”, insistiu Brufau em uma entrevista coletiva em Madri. “Ao levantar a bandeira da expropriação e buscar um responsável na YPF esconde a realidade”, completou. Brufau disse que as autoridades argentinas entraram nas instalações da Repsol YPF “sob o amparo de uma lei de Videla”, em uma referência ao ex-ditador Jorge Videla. (G1 e agências internacionais)
BZ-Os governos populistas e caudilhescos, quando as coisas vão mal. sempre procuram um "inimigo" externo. Foi assim que o bêbado general Galtieri, resolveu invadir as Malvinas, complicando as negocições diplomáticas então em andamento. A nossa PETROBRÁS, que tem investimentos na área, que ponha suas "barbas de molho".

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