sábado, 14 de abril de 2012

NACIONAIS

14/04/2012


DILMA DEFENDE CRESCIMENTO SEM INFLAÇÃO DURANTE CERIMÔNIA NA CNI
Rafael Moraes Moura, Tânia Monteiro e Célia Froufe/Agência Estado
A presidente Dilma Rousseff reafirmou nesta sexta-feira, em cerimônia alusiva à exposição sobre o Programa de Apoio à Competitividade da Indústria, na Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília, seu compromisso com o que chamou de “princípios básicos”, destacando entre eles “acabar com a pobreza” e “crescer de forma acelerada”. “É isso que significa aumentar a produtividade, termos de capacidade de crescer sem gerar inflação. País rico é país que é capaz de manter sua indústria crescendo, competitiva”, afirmou. Segundo a presidente, não há hipótese de o Brasil dar certo e continuar se desenvolvendo se não tiver uma indústria forte. “Tenho uma convicção profunda de que não há hipótese do Brasil dar certo, não há hipótese de continuarmos nos desenvolvendo, afirmando nossa soberania, tendo importância internacional, se não tivermos uma indústria forte. Tenho absoluta consciência disso. Não sou daquelas pessoas que acreditam que o mundo mudou e hoje é só serviços. Não acredito nisso”, discursou Dilma. Leia mais no Estadão.


 
PAÍS TERÁ 95 HOSPITAIS PARA ABORTO DE ANENCÉFALOS AINDA EM 2012, DIZ SAÚDE
O Brasil possui atualmente 65 hospitais da rede pública que estão qualificados para realizar aborto de fetos anencéfalos, de acordo com o Ministério da Saúde. Ainda segundo o governo, até o final do ano serão mais 30 unidades, totalizando 95 locais pelo país. Os locais não são divulgados devido ao temor de represálias às pacientes e à equipe médica que realiza o procedimento. A informação é repassada à gestante durante atendimento na rede do Sistema Único de Saúde (SUS). Esses hospitais, que já realizavam interrupções de gravidez em casos de estupro e risco à vida da mãe, passarão também a receber grávidas de fetos sem cérebro que optaram pelo aborto com assistência médica. (G1)



BRASIL, ARGENTINA E O IMPASSE NA AGRICULTURA
Estão mais do que emboladas as negociações entre o Brasil e a Argentina sobre o calendário de exportações de carnes, cereais e grãos. Ambos os governos concordam que precisam ajustar as exportações ao cronograma da safra e estabelecer cotas para entrada de produtos. O duro é colocar as medidas em prática. Uma nova rodada de negociações vai ocorrer nos próximos dias no encontro de ministros da Agricultura do Mercosul, em Santa Cruz de La Sierra. (Radar On-line/Veja)

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