Penas variam entre 18 e 24 anos de prisão. MP comemorou decisão
Guilherme Voitch e Leonardo Guandeline, O Globo
O júri popular condenou, no fim da noite desta quinta-feira, em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, os três réus acusados de matar o ex-prefeito de Santo André, no ABC paulista, Celso Daniel, em janeiro de 2002. Ivan Rodrigues da Silva, o Monstro, foi condenado a 24 anos de prisão; Rodolfo Rodrigo dos Santos Oliveira, o Bozinho, a 18 anos; e José Edison da Silva, a 20 anos de prisão.
PREFEITA DE S.F. DO CONDE REALIZA DESPESAS ILEGITIMAS
O Tribunal de Contas dos Municípios, nesta quinta-feira (10), julgou parcialmente procedente o termo de ocorrência lavrado na Prefeitura de São Francisco do Conde, da responsabilidade de Rilza Valentim (PT), em razão da realização de despesas com publicidade, cujas características revelariam promoção pessoal da gestora, com o consequente cometimento de ato típico de improbidade administrativa, no exercício de 2010. O relator, conselheiro Paolo Marconi, aplicou uma multa de R$ 3 mil a gestora, que pode recorrer da decisão.
No exame do caso, especificamente do periódico "Boas Notícias", as matérias veiculadas têm conteúdo informativo preponderantemente acerca de ações e programas nas áreas de desenvolvimento social, da cultura, habitação e desenvolvimento econômico.
LOBÃO FILHO PAGA ALUGUEL A MÃE DE ADVOGADO COM VERBA DO SENADO
Wilson Lima e Adriano Ceolin, iG Brasília
O senador Edison Lobão Filho (PMDB-MA) gasta R$ 10 mil mensais da verba do Senado para alugar um imóvel que está em nome da mãe de seu advogado no Maranhão. Entre os 81 senadores, o filho do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB), é quem mais gasta com custeio de aluguel de escritório político em seu Estado natal. A proprietária do imóvel onde funciona o escritório de Lobão Filho é Thereza de Maria Villas Boas Santos, mãe do advogado Ruy Eduardo Villas Boas Santos. Ele defendeu Lobão Filho em vários casos e trabalha com ele há pelo menos cinco anos. Um destes casos era um processo criminal no qual o senador foi acusado de manter uma rádio pirata na cidade de São Mateus, a aproximadamente 200 quilômetros da capital maranhense. Leia mais no iG.
PT E PMDB JÁ CONTAM OS VOTOS PARA LIVRAR DEMÓSTENES
O processo de cassação contra Demóstenes Torres foi aberto por unanimidade (16 X 0) no Conselho de Ética do Senado e tudo indica que os dezesseis integrantes do colegiado irão repetir a dose na hora de aprovar a cassação do senador goiano. O rigor do conselho, no entanto, deve parar por aí. No plenário do Senado, onde o voto é secreto, Demóstenes deverá ter “mais sorte”, como diz um senador petista. Em segredo, senadores do PT e do PMDB já começaram a fazer contas para tentar livrar Demóstenes da cassação. (Radar On-line/Veja)
ADVOGADOS DE DEMÓSTENES E DE CACHOEIRA PARTICIPAM DE SESSÃO SECRETA
Ao explicar a presença dos advogados do senador Demòstenes Torres e do contraventor Carlinhos Cachoeira durante depoimento na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do delegado e procuradores responsáveis pela Operação Monte Carlo, que investigou a quadrilha de jogo ilegal comandada pelo contraventor, o senador Álvaro Dias (PSDB) afirmou que o presidente da CPMI, senador Vital do Rêgo,”esqueceu de comunicar”, mas que já está tudo esclarecido e a sessão foi normalizada. Pouco antes, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) reclamou por não terem sido comunicados, já que se trata de uma sessão secreta, e alguns parlamentares ficaram irritados. As informações são do site Cláudio Humberto.
PARLAMENTARES QUASE SAEM NO TAPA DENTRO DA CPMI DO CACHOEIRA
O deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) e o senador Humberto Costa (PT-PE) quase sairam no tapa durante depoimento do delegado Matheus Rodrigues na CPMI do Cachoeira. Lorenzoni criticava a decisão do presidente da Comissão, Vital do Rêgo (PMDB-PB), de permitir a presença dos advogados dos acusados sem dar ciência aos demais integrantes da comissão. O deputado disse que a reunião já estava virando um circo, quando foi interrompido por Costa. Os dois começaram a bater boca e quase brigaram, fato que só não ocorreu porque foram contidos por colegas. Segundo Lorenzoni, a confusão começou com a interrupção de Costa, ao dizer que a reunião já tinha virado um circo, porque o deputado era um “palhaço”. Lorenzoni respondeu que o senador era um sanguessuga. Humberto Costa negou que tenha chamado o deputado de palhaço. (Poder On-line/Ig)







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