Após percorrer Uruguai e Paraguai em busca de ajuda, parlamentares bolivianos agora recorrem ao Brasil para pedir apoio na luta contra a violação de direitos humanos no governo de Evo Morales. Segundo o deputado boliviano Adriãn Oliva, o número de perseguidos políticos chega a mil no país, que possui mais de quinhentos refugiados e cem presos políticos. “Vivemos numa ditadura velada”, denuncia.
Apelo político...Adriãn Oliva e a senadora boliviana Jeanine Añez participarão de audiência, hoje, na Comissão de Relações Exteriores do Senado.
Entre hermanos...Os parlamentares pediram intervenção da Comissão Interamericana de Direitos Humanos para impedir a tortura e perseguição na Bolívia.
Caso emblemático...O próximo passo da oposição boliviana será recorrer à Corte Penal Internacional após a “tortura e execução de três europeus na Bolívia”.
BZ-Que ninguém se iluda, mas o cocalero Evo Morales, é um aprendiz de tirano, e pretende se eternizar no poder. Faz um governo ditatorial e demagógico, apela para "inimigos externos", expropria bens de empresas estrangeiras (vide a refinaria da Petrobrás) e ainda vai levar a Bolívia a um desastre econômico. Questão de esperar.
HEWLETT-PACKARD ANUNCIA DEMISSÃO DE 27 MIL FUNCIONÁRIOS
A Hewlett-Packard, principal fabricante de computadores do mundo, anunciou a demissão de 27 mil pessoas em todos os seus escritórios, o equivalente a 8% de seus funcionários.
A empresa quer economizar US$ 3,5 bilhões (R$ 7 bilhões) até 2014.
A diretora executiva da Hewlett-Packard, Meg Whitman, diz que as economias ajudarão a companhia a se adaptar às mudanças tecnológicas que estão aumentando a demanda por computação em dispositivos móveis.
Correspondentes dizem que o aumento da popularidade de smartphones e tablets tornou mais difícil para a empresa vender os tradicionais computadores pessoais de mesa.
BZ-Quando empresas de alta tecnologia, sólidas e bem administradas como HP, começam a demitir seu pessoal, é porque a situação não está boa e deve ficar pior.
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| 1929: a Grande depressão nos Estados Unidos |
CRISE ATUAL PODE SER PIOR QUE A GRANDE DEPRESSÃO, DIZ LAGARDE
Andréia Lago, Agência Estado
A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, disse hoje que o mundo enfrenta um dos momentos econômicos mais desafiadores desde os anos 1930.
Em palestra para estudantes universitários da Universidade de Harvard, Lagarde alertou que a crise na zona do euro ameaça espalhar outra crise financeira global e destacou a incapacidade de "75 milhões de jovens para encontrarem empregos decentes, aumentando as desigualdades que impedem que a sociedade permaneça unida". "(isso gera) um temor de que o motor da economia global não funcione mais como sempre funcionou no passado", explicou.
Lagarde disse aos estudantes da John F. Kennedy School of Government que a geração deles "enfrenta provavelmente a pior insegurança econômica em décadas, possivelmente pior até do que a da Grande Depressão".
FORÇAS DO GOVERNO BOMBARDEIAM CIDADE REBELDE SÍRIA DE RASTAN
As tropas governamentais da Síria bombardeavam sem trégua, nesta quarta-feira, a cidade rebelde de Rastan, no centro do país, e pelo menos seis pessoas morreram em diversos atos de violência no país, anunciou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH). Três pessoas morreram na explosão de uma bomba contra um ônibus na estrada que segue até o aeroporto internacional de Damasco, segundo o OSDH, que não soube informar se o veículo era militar ou civil. (AFP)
POTÊNCIAS MUNDIAIS E IRÃ COMEÇAM NEGOCIAÇÃO NUCLEAR EM BAGDÁ
O Irã e potências mundiais trocaram propostas detalhadas durante discussões nesta quarta-feira, 23, em Bagdá, na esperança de encerrar um longo e volátil impasse por causa das suspeitas de que Teerã desenvolve armas nucleares secretamente. As consequências da desconfiança são graves: o mercado global de petróleo está sobressaltado por causa das prolongadas sanções ocidentais às exportações iranianas, e do espectro de uma guerra no Oriente Médio por causa de eventuais ataques israelenses contra seu arqui-inimigo. Mas ainda restam divergências entre o Irã e as potências (Estados Unidos, Rússia, China, Grã-Bretanha, França e Alemanha), envolvendo principalmente o alívio às sanções contra a República Islâmica. (Reuters)






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