FORBES LISTA DILMA COMO UMA DAS 20 MÃES MAIS PODEROSAS DO MUNDO
A revista econômica Forbes listou a presidente Dilma Roussef como uma das 20 mães mais poderosas do mundo. O ranking baseou-se na lista anual da publicação das 100 mulheres mais poderosas do mundo e foi publicado na quinta-feira. A lista é encabeçada pela secretária de estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, e leva em consideração a influência e o poder das decisões financeiras dessas mulheres ao redor do globo. Além de Dilma e Hillary, a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, a primeira-dama norte-americana Michelle Obama e a cantora Beyonce Knowles também aparecem na lista. (G1)
QUE CONVERSA MOLE, DONA DILMA!
Blog do Noblat
Lorota pura, essa de que o governo não se meteu e nem se meterá na venda da Delta, a empreiteira com o maior número de obras do Programa de Aceleração do Crescimento, e suspeita de ter como um dos seus donos o bicheiro Carlinhos Cachoeira, no momento preso.
Um governo capaz de mandar os bancos baixarem os juros – e de ser obedecido; uma presidente disposta a enquadrar seus ministros na base do grito – e de provocar medo; governo e presidente ficariam alheios a uma operação de tal porte? Com tantas implicações? Onde entra dinheiro público?
BZ-Conversa mole prá boi dormir
EMPRESÁRIOS PEDEM REDUÇÃO DO CUSTO DA ENERGIA AO GOVERNO
Martha Beck e Vivian Oswald, O Globo
A presidente Dilma Rousseff pediu pressa à equipe econômica para atender a uma demanda do setor produtivo, que ficou de fora da segunda etapa do plano Brasil Maior: a redução do custo da energia elétrica no país. Tributos e encargos podem ser reduzidos para tornar mais baratas as contas de luz da indústria, que estão entre as mais caras do mundo. O alto custo da energia foi um dos problemas apresentados à presidente por um grupo de grandes empresários convidados ao Palácio do Planalto para discutir estímulos à economia e novos investimentos. Ao Globo, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse que o problema será resolvido até o fim do primeiro semestre. O governo quer reduzir a tarifa em pelo menos 10% e, para isso, estuda um corte de cerca de dois pontos percentuais em um dos principais encargos do setor, a Reserva Geral de Reversão (RGR). Além disso, estuda renegociar os contratos de concessão de empresas que vencem em 2015 para baixar custos. Leia mais em O Globo.
BZ-A maior parte da nossa energia vem das usinas hidrelétricas, portanto sem custo de insumos. Nos Estados Unidos, por exemplo, a maior parte da energia tem origem em termelétricas movidas por derivados de petróleo, e ainda assim, a energia por lá custa menos que a nossa.




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