03/08/2014
ERROS DA POLÍTICA ECONÔMICA CONDUZIRAM ARGENTINA AO CALOTE
Janaína Figueiredo e Nice de Paula, O Globo
Apesar de negar que seu país deu calote, a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, enfrenta a crise econômica e financeira mais difícil da era kirchnerista.
O cenário mistura recessão, inflação alta, perda de empregos, restrições no mercado cambial e, agora, a crise da dívida.
Economistas locais afirmam que a situação não pode ser comparada ao cenário de 2001-2002, quando o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país) despencou 11%, mas destacam o perigoso processo de deterioração da economia.
BZ-A política caudilhesca e popularesca desenvolvida por Cristina Kirchner, aumentou o endividamento da Argentina, que está sem caixa para pagar a dívida.Como se sabe, não existe almoço grátis.
ARTIGO QUE REDUZ O NÚMERO DE SENADORES ITALIANOS É APROVADO
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Por: Redação do Diário do Poder
O Senado italiano aprovou nesta sexta-feira (1º) um artigo que reduz em quase 70% o seu número de representantes, como parte de um amplo projeto de reforma proposto pelo governo do premier Matteo Renzi para acabar com o bicameralismo paritário no país.
A medida recebeu 194 votos a favor e 26 contrários, além de oito abstenções. No entanto, dois dos partidos mais críticos à iniciativa, o Movimento 5 Estrelas (M5S) e o extremista Liga Norte, não participaram da consulta como forma de protesto.
BZ-Taí um bom exemplo a ser seguido pelo Brasil. Para começar, o Senado poderia ser imediatamente reduzido de 1/3 (um terço), que são os antigos "senadores biônicos!, uma excrescência criada pela ditadura militar de 64. Os mandatos também poderiam ser reduzidos para 4 anos. Alguém sabe porque o mandato de senado é de 8 anos?
ISRAEL BOMBARDEIA SUL DE GAZA À PROCURA DE SOLDADO
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Israel bombardeou neste sábado a cidade de Rafah, no sul da Faixa de Gaza, enquanto as tropas buscam por um soldado que teria sido capturado pelo Hamas em uma emboscada que quebrou o cessar-fogo e preparou o terreno para uma grande escalada do conflito que já dura 26 dias.
O exército israelense disse acreditar que o soldado tenha sido detido em uma emboscada feita pelo Hamas uma hora depois que o cessar-fogo mediado pela comunidade internacional entrou em vigor na sexta-feira. Militantes do Hamas tentaram neste sábado se distanciar da suposta captura do soldado israelense, que foi condenada por vários países.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas, Ban Ki-moon, e outras autoridades acusaram o Hamas de violar o cessar-fogo e pediram a libertação imediata e incondicional do soldado.
Os bombardeios na manhã deste sábado ao redor da cidade de Rafah mataram pelo menos 35 palestinos, informou Ashraf al-Kidra, autoridade de saúde da Palestina, acrescentando que o principal hospital da área foi evacuado por causa dos ataques que deixaram dezenas de mortos na sexta-feira.
Em outras partes de Gaza, autoridades palestinas reportaram mais de 150 ataques aéreos, sendo um deles contra a Universidade Islâmica na Cidade de Gaza.
Fortes bombardeios persistem na fronteira entre Israel e Palestina. A ofensiva mais pesada ocorreu perto do local em que o soldado israelense teria sido raptado na sexta-feira, nas proximidades de Rafah, cerca de três quilômetros dentro da Faixa de Gaza e perto da fronteira entre Israel e Egito.
Autoridades afirmaram que dezenas de moradias foram danificadas ou destruídas pelos ataques aéreos.Agência Estado
BZ-Nesta manhã de domingo, os noticiários de TV informam que o soldado procurado está morto.
VOO MH17: COMBATES FORÇAM SAÍDA DE INVESTIGADORES
Veja
Combates entre rebeldes separatistas e tropas ucranianas forçaram especialistas internacionais a abandonarem uma parte da área onde estão os destroços do voo MH17 da Malaysian Airlines.
A equipe de 101 investigadores e observadores chegou à área na sexta-feira, 15 dias após a derrubada da aeronave.
Segundo a Organização para a Cooperação e a Segurança na Europa (OSCE), que mandou 21 pessoas para o local, vários especialistas deixaram o local após ouvirem tiros.
"Os tiros fora disparados perto o suficiente para que tomassem a decisão de sair.
O impacto deles era muito intenso e o chão tremia", afirmou Alexander Hug, diretor adjunto da missão da OSCE na Ucrânia.
BZ-Difícil para uma equipe de investigação técnica, cujo trabalho requer calma, concentração, atenção, desempenhar esta missão numa área de conflito, com tiroteios para todos os lados, balas zunindo sobre suas cabeças.
SOLDADOS MORREM EM CONFRONTO COM REBELDES NO IRAQUE
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Nessa sexta-feira (1º), 23 integrantes das forças pró-governo do Iraque foram mortos por radicais islâmicos do Movimento Estado Islâmico, ao sul de Bagdá, segundo fontes das forças armadas iraquianas.
Os ataques com morteiros ocorreram na cidade de Jurf Al Sakhr. Foram 11 soldados e 12 membros da milícia Asaib Ahl Al Haq, de acordo com um oficial militar e um médico do Exército.
Mais sete soldados foram feridos durante a reação do governo contra os radicais.
O Iraque enfrenta, desde o início de junho, uma ofensiva de rebeldes sunitas, liderada pelos jihadistas radicais que se apoderaram de vastas áreas de territórios no Norte e Leste do Iraque.
Mais de 1.600 pessoas, na sua maioria civis, morreram em julho em confrontos no Iraque, conforme dados oficiais divulgados na sexta-feira.
De acordo com os dados revelados pelos ministérios do Interior, da Defesa e da Saúde, as vítimas da violência no país, no mês passado, chegaram a 1.669, das quais 1.401 civis, 185 soldados e 83 agentes da polícia.
Mas junho registrou o maior número de mortos, com mais de 2 mil, saldo que não era registrado desde 2007.
Entre as vítimas, no mês passado, encontram-se também voluntários envolvidos nas milícias aliadas do governo na luta contra os rebeldes.
Do lado dos sunitas, não foram fornecidos dados sobre o número de mortes.
O representante das Nações Unidas no Iraque, Nickolay Mladenov, calcula um número maior de vítimas que pode ultrapassar a 1.700 mortos em julho. “Estou preocupado com o aumento do número de vítimas no Iraque, particularmente entre a população civil.
As mulheres e as crianças são as mais vulneráveis”, disse. Agência Brasil




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