terça-feira, 2 de dezembro de 2014

ESCANDALÔMETRO: MENSALÃO, TREMSALÃO, PETROLÃO...

02/12/2014
PRESIDENTE DO TCU AFIRMA QUE PETROBRAS E GOVERNO FEDERAL SABIAM DE IRREGULARIDADES  

O presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Augusto Nardes, afirmou que o governo federal foi avisado várias vezes sobre irregularidades encontradas na Petrobras. 
Segundo Nardes, tanto Graça Foster, atual presidente da petroleira, quanto o ex-presidente José Sérgio Gabrielli foram alertados sobre resultados de auditorias do órgão. 
“Fiz uma visita à presidente Graça Foster há um ano e meio e comuniquei a ela a situação preocupante de Pasadena. A redação dela foi dizer que sabia da situação. (...) 
Em relação à Refinaria Abreu e Lima, eles tinham conhecimento há muito tempo. Lá atrás, falei com o Gabrielli, mas a reação não foi a mesma”, apontou o ministro, em entrevista concedida à revista Veja. 
Entre os destinatários dos alertas do TCU, Nardes cita a ex-ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffman, que participou de reuniões sobre a regulação do uso dos recursos da Petrobras. Bahia Notícias 


HAGE DIZ QUE ESCÂNDALO DA PETROBRAS PODE MUDAR O BRASIL 
O ministro chefe da Controladoria Geral da União, Jorge Hage, disse em entrevista à Tribuna que o escândalo investigado pela Operação Lava Jato pode servir como um ponto de partida para uma grande mudança no Brasil, principalmente no combate à corrupção. 
Falou ainda que é preciso fortalecer os órgãos de fiscalização e que estatais não devem ficar livres de uma rigorosa auditoria e controle interno. 
Questionado sobre a possibilidade de o país parar por conta do envolvimento das principais empreiteiras brasileiras com os escândalos de corrupção, o ministro foi enfático ao afirmar que existem outras empresas no Brasil e fora do país com expertise, estatura para assumir obras.
”Não acredito nessa conversa de que essas são as únicas. É uma conversa que interessa a elas para criarem ambientes de terrorismo de que o país vai parar. 
Segundo lugar, o país não para também porque não acarreta a rescisão dos contratos para as obras em andamento. O que ele acarreta é a vetação de novos contratos. A participação dela em novas licitações. 
Mas não há cancelamento dos contratos em curso”, explicou. Osvaldo Lyra/Tribuna da Bahia. 
BZ-O ministro tem toda razão, e esperamos que ele esteja certo, que aconteça tudo como ele sente.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Espaço aberto para o leitor contribuir com o debate de forma qualificada. (O autor da matéria comentada ou o editor do blog dará uma resposta explicativa ao comentarista sempre que houver necessidade, abaixo do comentário).