quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

NACIONAIS

04/12/2014
EM CARTA A INVESTIDORES, DILMA SAI DO PALANQUE 

Josias de Souza 
Dilma Rousseff finalmente escreveu a sua versão da Carta aos Brasileiros. 
Assemelha-se à peça divulgada por Lula em 2002 pela caída em si. A diferença é que o texto só veio à luz agora, depois da eleição. E foi endereçado a estrangeiros. Mais precisamente investidores estrangeiros. 
No texto, Dilma 2 compromete-se a retirar a economia nacional do mau estado em que sua antecessora a deixou. A carta foi lida para os seus destinatários pelo presidente do BNDES, Luciano Coutinho. 
No terceiro parágrafo, Dilma beija a cruz: “O crescimento da economia tem estado abaixo do que todos nós esperávamos no início do ano – tanto no governo quanto no mercado – e isso tem se traduzido num desempenho fiscal menor do que o previsto.” 
No quarto parágrafo, Dilma troca o malabarismo econômico pela ortodoxia: “Para os próximos anos, nossa prioridade é recuperar a capacidade de crescimento da economia, com controle rigoroso da inflação e fortalecimento das contas públicas e, assim, garantirmos o emprego e a renda.” 
BZ-A presidente Dilma, discorda totalmente da candidata Dilma, que lhe deixou uma"herança maldita". 


MANOBRA TUCANA 

Enquanto os tucanos esbravejam contra a manobra fiscal que permitirá o governo federal fechar as contas deste ano, Marconi Perillo enviou para a Assembleia de Goiás um projeto que altera o resultado primário nas contas de 2014 do estado, de um déficit de 650 milhões de reais para um superávit de 440 milhões de reais. Por Lauro Jardim/Veja 


BRASIL TEM A MAIOR SAÍDA DE DÓLAR DO ANO 


A retirada de dólar da economia brasileira superou o ingresso em US$ 3,5 bilhões em novembro. Trata-se da maior saída de recursos desde dezembro do ano passado. Os dados são do Banco Central. Influenciaram no resultado os indicadores da economia brasileira, e as intervenções no mercado futuro da moeda norte-americana. Band News 
BZ-Na realidade, esses dólares não são muito importantes, pois são de caráter especulativos. Entretanto, saídas substanciais, indicam receio quanto a capacidade de pagamento do país, o que contribui para uma baixa credibilidade nos mercados internacionais. 


MESMO COM PIB FRACO, BC ACELERA RITMO E SOBE JURO PARA 11,75% AO ANO 

Apesar de a economia brasileira estar praticamente estagnada, mas com inflação ainda resistente, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central acelerou o ritmo de alta e subiu a taxa básica de juros da economia em 0,5 ponto percentual nesta quarta-feira (3), de 11,25% para 11,75% ao ano. Em outubro, os juros tinham avançado menos: 0,25 ponto percentual. Esse foi o segundo aumento seguido da taxa Selic, que está no maior patamar em três anos. A intensificação do aumento dos juros já era esperada por grande parte dos economistas do mercado financeiro, embora, na semana passada, pesquisa conduzida pelo Banco Central com mais de 100 bancos tenha indicado uma elevação menor, para 11,50% ao ano. Nos últimos dias, porém, os juros futuros, que mostram as apostas das instituições financeiras, já apontavam para uma alta mais intensa da taxa básica da economia brasileira. 


DECLARAÇÕES DE COSTA COMPLICAM GABRIELLI, DIZEM PETISTAS 

Parlamentares petistas acham que as declarações feitas ontem na CPI da Petrobras por Paulo Roberto Costa, complicaram a situação do ex-presidente da estadal, José Sérgio Gabrielli, atual secretário de Planejamento do Estado da Bahia. 
Costa afirmou ter enviado e-mail à então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, em 2009, sobre irregularidades na obra da refinaria de Abreu e Lima, afirmando que Gabrielli foi informado. 
De acordo com a coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, os petistas ficaram aliviados que a oposição não tenha explorado a deixa para implicar Gabrielli. 
Para deputados e senadores, Gabrielli está “blindado”, por ora, alojado no secretariado de Jaques Wagner (PT). Política Livre 

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