13/01/2015
PETROBRAS DIZ QUE NÃO HÁ PREVISÃO DE NEGOCIAÇÃO SOBRE PAGAMENTO DA PLR
A Petrobras informou hoje (12), que não há previsão para o início das negociações com os empregados sobre o pagamento da participação nos lucros e resultados (PLR), referente a 2014, que ocorre normalmente até o dia 10 de janeiro de cada ano, segundo o diretor do Sindicato dos Petroleiros do Estado do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ), Edison Munhoz.
A entidade iniciou vigília na sede da companhia, no centro da cidade, até que seja paga a PLR. “A Petrobras se reuniu na última sexta-feira (9) com os sindicatos para tratar da participação nos lucros e resultados (PLR) de 2014.
A empresa informou às entidades sindicais que ainda não há possibilidade de se iniciar as discussões sobre adiantamento da PLR, normalmente realizada em janeiro, em função de os resultados do terceiro trimestre de 2014 ainda não estarem disponíveis. Alana Gandra, Agência Brasil
BZ-Os desmandos e roubalheiras de alguns diretores e gerentes da Petrobrás, a mando de seus padrinhos políticos, começa a atingir os demais funcionários, gente honesta, competente e trabalhadora. Esses foram os responsáveis pela grandeza da Petrobrás, que os políticos e comparsas jogaram na lama, e levaram a empresa à difícil situação em que se encontra. Onde estão s sindicatos que não se manifestam na defesa de seus sindicalizados? Tão defendendo ou acobertando quem?
DELATOR DA LAVA JATO CONFIRMA PROPINA E PEDE PERDÃO À JUSTIÇA
| Fernando Baiano, acusado de ser o operador do PMDB |
O executivo Julio Gerin Camargo, um dos delatores da Operação Lava Jato, pediu perdão à Justiça. Em resposta à acusação que sofre por crime contra o sistema financeiro, corrupção ativa e 64 operações de lavagem de dinheiro (número de transferências efetuadas para o exterior), Julio Camargo, por meio de sua defesa, sustenta que prestou “inconteste e eficaz” colaboração que justificaria a concessão do benefício.
Camargo escancarou em sua delação premiada um dos capítulos mais emblemáticos da Petrobras – a intensa atuação do cartel de empreiteiras que se apoderou de contratos bilionários da estatal petrolífera.
Em sua defesa, ele afirma ter pago US$ 30 milhões em propinas para Fernando Antonio Falcão Soares, o Fernando Baiano, apontado como operador do PMDB na Diretoria de Área Internacional da Petrobras.
Segundo a Procuradoria da República, o ex-diretor de Internacional da estatal, Nestor Cerveró, foi um dos destinatários desse dinheiro. Ele declarou que a propina foi paga na contratação de sondas de perfuração para águas profundas na África e no Golfo do México. Parte do dinheiro passou pela GFD Investimentos, empresa de fachada do doleiro Alberto Youssef, personagem chave da Lava Jato.
Na resposta à acusação, a criminalista Beatriz Catta Preta, que defende Julio Camargo, esclarece que ele “repassou, a título de propina, aproximadamente US$ 30 milhões e não US$ 40 milhões como consta de sua declaração em sede de colaboração”. Ricardo Brandt, Fausto Macedo e Julia Affonso, Estadão Conteúdo

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