20/02/2016
O MODUS OPERANDI CRIMINOSO DE LULA
Lula tinha um “modus operandi criminoso”. Segundo o Ministério Público Federal-MPF, ele praticou o crime de tráfico de influência para a Odebrecht.
Ele vendeu sua “influência política” à Odebrecht por 7,4 milhões de reais.
Para “dar aparência de legalidade” aos seus crimes, ele forjou um contrato de palestra com a empreiteira.
Esse foram as descobertas do Núcleo de Combate à Corrupção de Brasília, do MPF, segundo os relatórios obtidos pela Época.
Diz a reportagem:
“Embora fundamentadas em meses de trabalhos, as constatações dos procuradores ainda não são definitivas.
Eles ainda estão produzindo outros tipos de provas, de modo a embasar firmemente uma denúncia contra Lula, diretores da Odebrecht e executivos do BNDES”.
LULA FEZ TRÁFICO DE INFLUÊNCIA EM FAVOR DA ODEBRECHT, DIZ MPF
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Nos últimos meses, os procuradores do Núcleo de Combate à Corrupção em Brasília dedicaram-se intensa e discretamente à investigação criminal sobre as suspeitas de tráfico de influência internacional do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em favor da Odebrecht.
Com a ajuda de peritos e de outros procuradores, como aqueles que integram a Força-Tarefa da Lava Jato, recolheram centenas de páginas de documentos das empresas de Lula, da Odebrecht e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, o BNDES, que liberava o dinheiro indiretamente à empreiteira.
Analisaram telegramas diplomáticos sobre a atuação de Lula e dos executivos da Odebrecht no exterior, descobriram notas fiscais e mapearam as viagens e os encontros dos investigados. Ouviram as versões de Lula e receberam as defesas da Odebrecht e do BNDES.
Apesar da complexidade do caso, o exame detido das provas colhidas até o momento conduziu os procuradores a uma conclusão: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva cometeu o crime de tráfico de influência. THIAGO BRONZATTO/ÉPOCA
IRMÃ DE MIRIAN DUTRA É FUNCIONÁRIA IRREGULAR DE SERRA
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A irmã da jornalista Mirian Dutra, Margrit Dutra Schmidt, trabalha de forma irregular no gabinete do senador José Serra (PSDB-SP).
Pelas regras do Senado, ela teria de cumprir o horário de nove horas diárias na Casa.
Contudo, o próprio gabinete do tucano confirmou que ela não registrava presença no local. “Ela trabalha para o senador como consultora. Ele solicita trabalhos e ela produz”, disse o chefe de gabinete de Serra, Marcos Köhler.
Margrit ocupa o cargo em comissão de assistente parlamentar júnior, com remuneração básica de R$ 9.456,13 e salário líquido de R$ 7.353,14 em dezembro de 2015, segundo consta no portal de transparência do Senado.
Köhler, porém, não explicou por que não foi formalizada a dispensa de ponto de Margrit, procedimento estabelecido no Senado em 2009. Serra não se manifestou até a conclusão desta edição. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
BZ - O assunto requer mais que isso. O senador Serra, deve uma satisfação à sociedade. Ou justifica a funcionária ou demite-a.
STF ARQUIVA MENÇÃO A AÉCIO NEVES NA LAVA JATO
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O ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato, arquivou trecho de delação premiada que mencionava o senador Aécio Neves (PSDB-MG) como suposto destinatário de repasses no âmbito do esquema de corrupção na Petrobras. Zavascki acolheu solicitação da Procuradoria-Geral da República (PGR) pelo arquivamento da petição. Estadão
FHC LAMENTA ‘USO POLÍTICO DE QUESTÃO PESSOAL’
| Mirian Dutra, a amante, Tomas Dutra, o filho e FHC o amante e pai. |
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso reafirmou nesta sexta-feira, 19, que nunca utilizou qualquer empresa, exceto bancos, para fazer remessas de recursos a pessoas no exterior e lamentou o “uso político de uma questão pessoal” no episódio envolvendo a jornalista Miriam Dutra, com quem ele teve um relacionamento extraconjugal nos anos 1980 e 1990.
Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, Miriam disse que FHC teria usado uma empresa, a Brasif Exportação e Importação, que foi concessionária até 2006 das lojas duty free em aeroportos brasileiros, para enviar dinheiro a ela entre 2002 e 2006.
“Todas as remessas internacionais que realizou obedeceram estritamente à lei, foram feitas a partir de contas bancárias declaradas e com recursos próprios resultantes de seu trabalho.
Não tem fundamento, portanto, qualquer ilação de ilegalidade. O presidente lamenta o uso político de uma questão pessoal”, afirmou em nota a assessoria do ex-presidente. Estadão Conteudo
BZ-Tão logo o assunto antigo, travestido de novidade, veio a público, o ex-presidente FHC deu satisfações à sociedade. O assunto do eventual namoro entre o ex-presidente Lula e Rosemary Noronha, faz mais de três anos e até agora não se ouviu uma só palavra do Lula.




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