26/02/2016
DO PALÁCIO DO PLANALTO PARA A PF
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| O Grupo Gerdau, é um dos alvo da operação Zelotes |
Enquanto André Gerdau era levado para a delegacia, suspeito de corromper os conselheiros do Carf, seu pai, Jorge Gerdau, estava no Palácio do Planalto, reunido com dois ministros: Jaques Wagner e Armando Monteiro.
Participava também do encontro, segundo o Estadão, o ministro interino da Fazenda, Dyogo Oliveira, igualmente investigado pela Zelotes.
Jorge Gerdau estava no Palácio do Planalto para discutir a crise da siderurgia.
Mas o fato é perfeitamente revelador da promiscuidade entre Estado e indústria.
Como disse o Estadão, “Gerdau é próximo à presidente Dilma e o empresário é um dos principais interlocutores entre o empresariado e o Planalto.
Nos últimos anos, Gerdau participou da elaboração de políticas industriais e de discussões em torno dos mais importantes projetos estruturantes em curso no país, principalmente na área das concessões públicas”. O Antagonista
RELATÓRIO DA PF DIZ QUE ODEBRECHT REPASSOU R$ 48 MILHÕES A DIRCEU
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O relatório da Polícia Federal que havia apontado um possível envolvimento do ex-presidente Lula com práticas criminosas informa que a Odebrecht teria repassado, entre 2009 e 2010, R$ 48 milhões ao ex-ministro José Dirceu.
O relatório associa a sigla JD encontrada em planilhas da construtora ao nome do petista. Depois de pontuar que R$ 10 milhões foram enviados ao ex-ministro em 2009, o documento destaca: "Já em 2010 temos novamente a sigla "JD", de José Dirceu, atrelada ao valor total de R$ 38 milhões, dos quais R$ 8 milhões solicitados em abril e maio de 2010; R$ 20 milhões descritos com eventos em julho, agosto e setembro de 2010 — estando tal valor dividido em duas parcelas, uma de R$ 16 milhões e outra de R$ 4 milhões considerada como bônus e por fim mais R$ 10 milhões também em setembro de 2010, considerado como evento extra e descrito como assunto BJ (Benedicto Junior) e 900 (mil) como bônus para o PT (Partido dos Trabalhadores)". Blog do Noblat
BZ-E os ”militontos” do PT fazendo “vaquinhas” para ajudar o rico “guerreiro do povo brasileiro” pagar a merreca das multas ao Poder Judiciário...Só rindo...
ASSIM FALOU O MARQUETEIRO JOÃO SANTANA...
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O dinheiro que o operador de propinas lhes repassava era das campanhas de João Santana em outros países, como Angola, Venezuela, República Dominicana.
É só uma tremenda coincidência serem países de dirigentes muito ligados aos petistas e onde a Odebrecht tem obras;
Mas o mais belo absurdo é a confissão de João Santana sobre os "eventuais conselhos de maneira esporádica” prestados ao governo federal e que não foram remunerados.
Aos investigadores, ele disse que foi "um doador de serviços ao governo em razão do prazer que isso lhe gera e da facilidade que possui".
Nem Michelangelo trabalhou tanto e com tanto amor para os seis Papas que serviu. O florentino cobrava e cobrava bem. POR MARIA HELENA RUBINATO RODRIGUES DE SOUSA/BLOG DO NOBLAT
CONTA SECRETA ERA UMA ‘POUPANÇA’ PARA A APOSENTADORIA, DIZ JOÃO SANTANA
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A conta era mantida como uma ‘poupança’ para sua aposentadoria”, registra a Polícia Federal, nas quatro páginas do depoimento do marqueteiro do PT João Santana, preso há dois dias alvo da 23ª fase da Operação Lava Jato.
Ele e a mulher, Mônica Moura, são suspeitos de terem recebido pelo menos US$ 7,5 milhões por meio da conta secreta, na Suíça, em nome da offshore Shellbill Finance SA.
Os pagamentos foram feitos pela Odebrecht, por meio de offshores controladas por ela, segundo a Lava Jato, e pelo operador de propinas ligado ao estaleiro holandês Keppel Fels Zwi Skornicki – também preso na nova fase batizada Operação Acarajé.
“Com relação à conta aberta na Suíça em nome da Shellbill Finance SA, acredita que tenha sido aberta por volta do ano de 1998/99 para recebimento de valores de aproximadamente 70 mil dólares de um serviço prestado na Argentina”, registra a PF, no depoimento ouvido pelo delegado Márcio Adriano Anselmo.
“É o controlador da referida conta”, afirmou Santana, segundo registro da PF. Disse que não sabe quem são os beneficiários e que acreditava que a offshore era ligada à empresa Polis Argentina – que ele declarou ser dono apenas em 2015.
O marqueteiro soube que a conta não era vinculada à empresa argentina em recente auditoria. Criador das campanhas eleitorais do casal, João Santana explicou que é sua mulher e sócia, Mônica Moura, que cuida da área financeira e administrativa dos negócios. A conta, segundo o marqueteiro, foi aberta por intermédio de um representante no Uruguai, por indicação de um amigo argentino. No Brasil, os dois foram os marqueteiros das últimas três campanhas presidenciais do PT, Dilma Rousseff (2010 e 2014) e Luiz Inácio Lula da Silva (2006).
Fora do Brasil, participavam até domingo da campanha na República Dominicana, mas atuaram em Angola, no Panamá, na Venezuela. Estadão
BZ-Nada mal, uma poupança abastada, em dólares, sem pagar nenhum imposto, numa conta secreta, fora do alcance de qualquer governo, num país lindo com a Suíça. Por isso é que se diz que o "rico ri à toa". E você aí, amigo leitor, como vai a sua poupança? Como? Não tem poupança?
OFFSHORE QUE PAGOU US$ 4,5 MI A JOÃO SANTANA RECEBIA DE ESTALEIRO CONTRATADO DA PETROBRÁS
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A Deep Sea Oil Corp, offshore que repassou US$ 4,5 milhões para a conta secreta do marqueteiro do PT João Santana, era uma das firmas usadas pelo operador de propinas Zwi Skornicki para recebimentos de suas comissões pagas pelo estaleiro Keppel Fels pela intermediação de contratos bilionários na Petrobrás.
A multinacional holandesa é apontada como uma das empresas que se envolveram no esquema de corrupção na estatal, comandado pelo PT, PMDB e PP.
O marqueteiro, sua mulher Mônica Moura e o operador de propinas estão presos em Curitiba, alvos da Operação Acarajé – 23ª fase da Lava Jato.
A força-tarefa tem as trocas de e-mails do lobista com executivos da Keppel Fels em que acertam as comissões “para eles”, numa faixa fixa de 0,5%, e os contratos de pagamentos por serviços da Petrobrás e a abertura da offshore.
A Keppels Fels tem 26 contratos que lhe renderam US$ 7,8 bilhões, entre 2004 e 2016, um deles ainda vigente, em uma tabela enviada pela Petrobrás para a Lava Jato.
A maior parte desses contratos foi fechada via Diretoria de Serviços, que era cota do PT no esquema de divisão de setores estratégicos que cobram de 1% a 3% de propinas.
A área, que era comandada pelo ex-diretor Renato Duque, indicado ao cargo pelo ex-ministro José Dirceu, ambos presos em Curitiba. Estadão
EX-EXECUTIVO DA ODEBRECHT POSSUI REDE DE OFFSHORES
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Peça-chave na fase Acarajé da Operação Lava Jato, o ex-executivo da Odebrecht Fernando Migliaccio da Silva possui uma rede de empresas offshore espalhada por diversos países.
Nos documentos da operação, os investigadores da PF listam pelo menos cinco empresas controladas por Migliaccio, abertas em locais como Ilhas Virgens Britânicas, Antígua e Panamá e contas em três bancos da Suíça.
Uma das offshores foi usada para comprar uma casa onde morou na Flórida ao se mudar para os Estados Unidos.
A mudança para o exterior foi vista pelas autoridades como uma forma de afastá-lo das investigações da Lava Jato –há provas mostrando funcionários da empreiteira o auxiliando com a documentação americana. FELIPE BÄCHTOLD/FOLHA DE SÃO PAULO
BZ-Todas essas "empresas" offshore, servem precipuamente para lavar, esconder dinheiro, receber e fazer pagamentos de operações fraudulentas. Fernando Migliaccio foi preso pela própria polícia suíça, tentando esvaziar um cofre. Vai ser recambiado para o Brasil e tem muito a dizer sobre toda essa "maracutaia". É mais uma preocupação para a Odebrecht.







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