domingo, 28 de fevereiro de 2016

INTERNACIONAIS

28/02/2016
ESQUEMA POLÍTICO NA AL 

Assim como ao investigar o triplex que seria do ex-presidente Lula no Guarujá a Operação Lava Jato deparou-se com diversos apartamentos registrados em offshores no Panamá, fazendo com que os procuradores do Ministério Público Federal vislumbrassem que haviam chegado a um novo filão de crimes de evasão de divisas e lavagem de dinheiro, também ao investigar as contas internacionais, secretas ou declaradas, do marqueteiro João Santana a operação pode ter se deparado com um grande esquema ilegal de financiamento de projetos políticos de esquerda pela América Latina e a África. 
Em diversos desses países, o marqueteiro João Santana recebeu pagamentos ilegais através de empresas offshores irrigadas pela Odebrecht, que também tinha interesses na eleição de políticos do esquema devido a financiamentos de grandes obras de infraestrutura. POR MERVAL PEREIRA  
BZ-O pior de tudo é que boa parte do dinheiro para financiar esses projetos na África e América Latina, saiam dos cofres do nosso BNDES, um dinheiro que hoje nos faz muita falta, e de retorno bastante duvidoso. Para "amarrar as pontas" dos esquemas, o Lula, mesmo quando ainda presidente, se prestava a viajar para os países africanos (onde perdoou várias dívidas). Em troca, recebia polpudas comissões, travestidas de pagamento por palestras, se tornando assim o "palestrante" mais caro do mundo.  
VENEZUELA PAGA US$ 1,5 BI A CREDORES INTERNACIONAIS, MAS RECEIO DE CALOTE PERMANECE 

A Venezuela realizou um pagamento de 1,5 bilhão de dólares a seus credores internacionais nesta sexta-feira, no momento em que o país com dificuldades de caixa reúne fundos para evitar um calote. 
Os preços do bônus em questão, emitido pelo país há uma década, subiram para o valor de face nesta sexta-feira, segundo operadores, o que sugere que o governo realizou os pagamentos por meio de uma agência de compensação. 
O governo venezuelano ainda não fez o anúncio oficial sobre o pagamento do bônus. 
Ainda que o pagamento não tenha sido uma surpresa para analistas e investidores, ele mostra novamente a disposição de Caracas em continuar a rolar os 120 bilhões de dólares de dívida externa, temendo que um calote possa levar o país a perder o controle da estatal Petróleos de Venezuela (PDVSA). 
A companhia provê quase toda a moeda estrangeira que a Venezuela necessita para importar tudo, de leite a partes de máquinas. Veja

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