22/02/2016
PROPOSTA QUE REDUZ NÚMERO DE DEPUTADOS E SENADORES GANHA APOIO EM REDES SOCIAIS
Uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) tenta reduzir o número de deputados e senadores do Congresso Nacional. A meta seria diminuir os 513 atuais deputados federais para 385. No caso dos senadores, em vez dos 81 em exercício do mandato, teríamos 54. Segundo a Agência Brasil, o tema tem ganhado força nos últimos dias nas redes sociais. Um link (ver aqui) incentiva internautas a participar de consulta pública sobre a PEC. Em apenas quatros dias até sexta-feira (19), já havia registrado mais de 136 mil acessos de apoio e pouco mais de 500 manifestações contrárias. De autoria do senador Jorge Viana (PT-AC), a proposta altera os artigos 45 e 46 da Constituição Federal e estabelece que cada estado e o Distrito Federal elegerão dois e não mais três senadores, como é atualmente. A proposta não muda o tempo de mandato no Senado que continuaria de oito anos. Já na Câmara, a proposta mantém o critério de representação proporcional à população de cada unidade da federação, mas o número mínimo de deputados passaria de oito para seis e o máximo de 70 para 53.
GUERRA DE MANDADOS DE SEGURANÇA DEVE ATRASAR PROCESSO CONTRA CUNHA
O trâmite do processo no Conselho de Ética por quebra de decoro parlamentar contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), deve se transformar em uma longa batalha jurídica e atrasar ainda mais o julgamento do processo de cassação do seu mandato.
Após o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), negar o pedido de Cunha para suspender a ação disciplinar até o julgamento pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do recurso contra o trâmite processual, foi a vez do presidente do colegiado, José Carlos Araújo (PSD-BA), entrar com mandado de segurança na Corte para garantir o funcionamento independente do conselho no processo contra o presidente da Casa. Araújo apresentou o recurso na noite de sexta-feira. O mandado de segurança de Araújo contesta a decisão do vice-presidente da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA) que deu provimento a um recurso do peemedebista Carlos Marun (MS) e anulou a votação anterior do parecer prévio do deputado Marcos Rogério (PDT-RO). Com a decisão exigindo que o conselho concedesse vista processual a quem solicitasse, o colegiado foi obrigado a voltar à fase da discussão da admissibilidade da ação disciplinar contra Cunha. A votação do processo está marcada para a próxima semana. “Só temos um caminho: a busca do amparo no Judiciário. A Mesa Diretora é parcial”, afirmou o relator. Estadão Conteúdo
COMPORTAMENTO DE DILMA PREOCUPA ASSESSORES
Auxiliares de Dilma estão preocupados com seu comportamento. Ela continua gritando com assessores e submetendo-os a humilhações, mas algo se agravou: o antigo problema de “falta de foco”.
Durante as reuniões, inclusive na discussão de soluções para a grave crise, ela se mostra cada vez mais dispersiva.
Em vez de concentrar-se no principal, ela perde a paciência e até as estribeiras em detalhes irrelevantes.
Em recente discussão sobre cargos no governo, Dilma “alucinou” com o ruído do ar condicionado, imperceptível para os demais presentes.
Certa vez, ignorou um texto importante, apresentado por um ministro, gritando contra a qualidade superior do papel usado para imprimi-lo.
Em reuniões, Dilma perde tempo reclamando da cor da gravata de um assessor, transcrevendo de próprio punho receitas de pratos de dieta. Cláudio Humberto
PROPOSTA QUE REDUZ NÚMERO DE DEPUTADOS E SENADORES GANHA APOIO EM REDES SOCIAIS
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Uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) tenta reduzir o número de deputados e senadores do Congresso Nacional. A meta seria diminuir os 513 atuais deputados federais para 385. No caso dos senadores, em vez dos 81 em exercício do mandato, teríamos 54. Segundo a Agência Brasil, o tema tem ganhado força nos últimos dias nas redes sociais. Um link (ver aqui) incentiva internautas a participar de consulta pública sobre a PEC. Em apenas quatros dias até sexta-feira (19), já havia registrado mais de 136 mil acessos de apoio e pouco mais de 500 manifestações contrárias. De autoria do senador Jorge Viana (PT-AC), a proposta altera os artigos 45 e 46 da Constituição Federal e estabelece que cada estado e o Distrito Federal elegerão dois e não mais três senadores, como é atualmente. A proposta não muda o tempo de mandato no Senado que continuaria de oito anos. Já na Câmara, a proposta mantém o critério de representação proporcional à população de cada unidade da federação, mas o número mínimo de deputados passaria de oito para seis e o máximo de 70 para 53.
GUERRA DE MANDADOS DE SEGURANÇA DEVE ATRASAR PROCESSO CONTRA CUNHA
O trâmite do processo no Conselho de Ética por quebra de decoro parlamentar contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), deve se transformar em uma longa batalha jurídica e atrasar ainda mais o julgamento do processo de cassação do seu mandato.
Após o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), negar o pedido de Cunha para suspender a ação disciplinar até o julgamento pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do recurso contra o trâmite processual, foi a vez do presidente do colegiado, José Carlos Araújo (PSD-BA), entrar com mandado de segurança na Corte para garantir o funcionamento independente do conselho no processo contra o presidente da Casa. Araújo apresentou o recurso na noite de sexta-feira. O mandado de segurança de Araújo contesta a decisão do vice-presidente da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA) que deu provimento a um recurso do peemedebista Carlos Marun (MS) e anulou a votação anterior do parecer prévio do deputado Marcos Rogério (PDT-RO). Com a decisão exigindo que o conselho concedesse vista processual a quem solicitasse, o colegiado foi obrigado a voltar à fase da discussão da admissibilidade da ação disciplinar contra Cunha. A votação do processo está marcada para a próxima semana. “Só temos um caminho: a busca do amparo no Judiciário. A Mesa Diretora é parcial”, afirmou o relator. Estadão Conteúdo
COMPORTAMENTO DE DILMA PREOCUPA ASSESSORES
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Durante as reuniões, inclusive na discussão de soluções para a grave crise, ela se mostra cada vez mais dispersiva.
Em vez de concentrar-se no principal, ela perde a paciência e até as estribeiras em detalhes irrelevantes.
Em recente discussão sobre cargos no governo, Dilma “alucinou” com o ruído do ar condicionado, imperceptível para os demais presentes.
Certa vez, ignorou um texto importante, apresentado por um ministro, gritando contra a qualidade superior do papel usado para imprimi-lo.
Em reuniões, Dilma perde tempo reclamando da cor da gravata de um assessor, transcrevendo de próprio punho receitas de pratos de dieta. Cláudio Humberto
DELCÍDIO PREPARA DISCURSO PARA VOLTA AO SENADO E DEVE ALEGAR QUE FOI VÍTIMA DE ‘ARMADILHA’
O senador Delcídio do Amaral (PT-MS) deixou o batalhão de trânsito da PM no Distrito Federal já pensando no que falará nesta terça-feira (23) ao voltar para o Senado.
Segundo a Folha de S. Paulo, a primeira frase que o petista disse ao deixar a carceragem, após passar 87 dias preso, foi: “preciso de paz para elaborar meu discurso”.
Aliados do senador entenderam a fala como uma mensagem para não procura-lo até que Delcídio vá ao plenário do Senado.
A intenção seria fazer uma fala emotiva, em que o acusado se coloque como “inocente” e “vítima de uma armadilha”. O senador foi preso por supostamente tentar interferir nas investigações da Operação Lava Jato.
Ex-líder do governo no Senado, ele está recolhido na casa de amigos da família, acompanhado da mulher, da mãe e das duas filhas.
Na decisão que permitiu a libertação de Amaral, o ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki determinou que o suspeito pode frequentar o Congresso durante o dia, mas terá que permanecer em prisão domiciliar durante a noite e os fins de semana.
Apesar de ter avisado a parlamentares que pretende retomar as atividades legislativas, como o comando da Comissão de Assuntos Econômicos, o discurso não deve impedir a pressão do PT para que Delcídio deixe o posto.
Colegas acreditam que ele não tem mais “autoridade política” para conduzir o grupo e que, apesar de voltar ao trabalho, não deveria assumir postos-chave da legenda. Veja
Segundo a Folha de S. Paulo, a primeira frase que o petista disse ao deixar a carceragem, após passar 87 dias preso, foi: “preciso de paz para elaborar meu discurso”.
Aliados do senador entenderam a fala como uma mensagem para não procura-lo até que Delcídio vá ao plenário do Senado.
A intenção seria fazer uma fala emotiva, em que o acusado se coloque como “inocente” e “vítima de uma armadilha”. O senador foi preso por supostamente tentar interferir nas investigações da Operação Lava Jato.
Ex-líder do governo no Senado, ele está recolhido na casa de amigos da família, acompanhado da mulher, da mãe e das duas filhas.
Na decisão que permitiu a libertação de Amaral, o ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki determinou que o suspeito pode frequentar o Congresso durante o dia, mas terá que permanecer em prisão domiciliar durante a noite e os fins de semana.
Apesar de ter avisado a parlamentares que pretende retomar as atividades legislativas, como o comando da Comissão de Assuntos Econômicos, o discurso não deve impedir a pressão do PT para que Delcídio deixe o posto.
Colegas acreditam que ele não tem mais “autoridade política” para conduzir o grupo e que, apesar de voltar ao trabalho, não deveria assumir postos-chave da legenda. Veja



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