24/02/2016
PETROBRAS ESCONDE ACUSADOS, APAGANDO BIOGRAFIAS
| Apagar a imagem de pessoas, foi uma técnica muito usada por Stálin. |
A Petrobras deu sumiço, na internet, às biografias de dirigentes como Armando Ramos Tripodi, ex-braço direito do ex-presidente Sergio Gabrielli e atual gerente de Responsabilidade Social. Ele foi levado a depor sob vara, na 23ª fase da Lava Jato.
A página “Memórias da Petrobras” saiu do ar, com a exclusão das biografias de gatunos que são hoje celebridades do mundo do crime, no escândalo do Petrolão.
Sumiram as “biografias”, no site da Petrobras, de gente da laia de Pedro Barusco, Renato Duque, Paulo Roberto Costa e Nestor Cerveró.
O petista Armando Ramos Tripodi foi citado na delação do ex-diretor Paulo Roberto Costa, que cumpre prisão domiciliar. Cláudio Humberto
GOVERNO ESTÁ TODO CONTAMINADO
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O caso de João Santana atinge em cheio a eleição de 2014 e a probabilidade de anulá-la no TSE por abuso de poder econômico é mais alta e incentiva o PMDB a aderir ao impeachment para não ser alcançado pela ação do TSE, que pega Dilma e Temer.
Quando assessores tão próximos da presidente Dilma são presos envolvidos em crime, é prova de que o governo todo está contaminado. Não é uma coisa como o governo diz que, se houve dinheiro ilegal na campanha, Dilma não sabia. POR MERVAL PEREIRA
PROCURADORIA PEDE A FACHIN PRISÃO DO EX-SENADOR LUIZ ESTEVÃO
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| Arruda e Luiz Henrique, parceiros na politica de Brasília |
O Ministério Público Federal (MPF) requereu ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin o início da execução da pena de prisão imposta pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região ao ex-senador Luiz Estevão e ao ex- empresário Fábio Monteiro de Barros Filho, condenados pelo desvio de verbas públicas destinadas à construção do Fórum Trabalhista localizado em São Paulo, capital.
Eles foram condenados em 2006 a de 31 anos de prisão pela prática dos crimes de peculato, corrupção ativa, estelionato, formação de quadrilha e uso de documento falso.
A petição foi assinada pelo subprocurador-geral da República Edson Oliveira de Almeida, o qual requereu ao ministro Edson Fachin que, em conformidade com decisão recente do Plenário do STF, e tendo em vista já terem sido esgotadas as instâncias ordinárias e todos os recursos no Superior Tribunal de Justiça e no Supremo Tribunal Federal, bem como desprovido o Agravo Regimental nos Embargos de Declaração no Agravo em Recurso Extraordinário, seja comunicada a vara federal de origem para que se dê início, com urgência, à execução da pena dos réus. Desde a condenação, em maio de 2006, Luiz Estevão já moveu, sem sucesso, um total de 34 recursos e Fábio Monteiro, 29.
Hoje, as penas do ex-senador e do ex-empresário estão reduzidas a 25 anos de reclusão, tendo em vista que a prescrição extinguiu as penas dos crimes de quadrilha e documento falso (Processo 2000.61.81.001198-1).
Além dos dois réus, também foram condenados nesse processo o empresário José Eduardo Ferraz e o ex-juiz Nicolau dos Santos Neto (o juiz Lalau), o único réu que cumpriu sua condenação.
As defesas de Luiz Estevão e Fábio Monteiro alegam que decisão prolatada pelo TRF3 em 2006 impediria a prisão antes do trânsito em julgado da condenação, sobrepondo-se ao recente entendimento do Supremo Tribunal Federal quando do julgamento do Habeas Corpus 126292. Estadão
PETISTAS PEDEM A CARDOZO QUE PF INVESTIGUE FHC
Deputados federais do PT e do PC do B pediram nesta terça-feira, 23, ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que determine a Polícia Federal que investigue o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso por supostos crimes de evasão de divisas, corrupção passiva e crime contra a ordem tributária.
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No requerimento, eles citam a entrevista da jornalista Mirian Dutra, com quem o FHC teve um relacionamento extraconjugal nos anos 1980 e 1990, na qual ela diz que o ex-presidente teria usado empresa Brasif Exportação e Importação para enviar remessas de dinheiro para ela entre 2002 e 2006.
A empresa citada, que foi concessionária das lojas duty free nos aeroportos brasileiros, confirmou ter contratado a jornalista em 2002, por meio da empresa Eurotrade Ltd., mas disse que Fernando Henrique “não teve qualquer participação” na contratação e “tampouco fez qualquer depósito na Eurotrade ou outra empresa da Brasif”. Estadão Conteudo
BZ-Como qualquer outro cidadão brasileiro, o ex-presidente FHC deve ser criteriosamente investigado, e se os indícios se revelarem verdadeiros, deve ser julgado na forma da Lei. Não podemos mais conviver com "cidadãos acima de qualquer suspeita".




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